11 Julho, 2008
Al Gore
Ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2007, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos faz um trabalho que reforça o ensinamento da filosofia esotérica em relação aos ciclos climáticos do nosso planeta.
No seu famoso filme e livro de 2006 “Uma verdade Inconveniente”, o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore adota um ponto de vista em relação aos ciclos de vida do planeta terra que foi claramente descrito no final do século 19 pelo teosofista William Q. Judge.
Estudioso da tradição esotérica, Judge escreveu sobre os Ciclos e as Eras da evolução humana em seu livro “O Oceano da Teosofia”. A primeira edição da obra foi publicada nos Estados Unidos em 1893. É pouco provável que Gore, cujo embasamento central é dado pelas pesquisas de vanguarda da ciência atual, tenha lido William Judge. Leia o resto deste post »
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Ciência, Esoterismo, Ocultismo, Teosofia |
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Escrito por Claudio Bastian
6 Junho, 2008
Alguns povos mesoamericanos adotaram um calendário que sincroniza a vida com o Universo em movimento.
Esse calendário é chamado de “Tonalpohualli” pelos astecas e de “Tzolkin” pelos maias, e é composto por 20 dias (ou signos) numerados de 1 a 13.
O calendário civil forma, com o calendário sagrado, um grande ciclo de 52 anos. O Tzolkin, que é a “conta dos dias” ou a “conta do destino”, é a combinação de 20 signos dos dias com 13 numerais. A cada dia avança-se uma posição tanto no ciclo de 20 dias quanto no ciclo de 13 números. É uma conta especial de probabilidades envolvida com o destino dos seres; cada signo e cada numeral tem determinadas características que, ao combinar-se, proporcionam a cada dia uma carga de qualidades única. Leia o resto deste post »
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Escrito por Claudio Bastian
27 Maio, 2008
Os primeiros registros dos sumérios remontam mais de 3.000 anos antes de nossa era. Sua origem ainda permanece desconhecida. O que sabemos no entanto, é que os Sumérios possuíam uma cultura superior, plenamente desenvolvida, a qual impunham aos semitas, em parte ainda bárbaros.
Quanto aos seus deuses, estes os procuravam nos cumes da montanhas, ou, quando não haviam montanhas onde se encontravam, faziam aterros formando morros artificiais. Leia o resto deste post »
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Escrito por Claudio Bastian
26 Maio, 2008
Tsunami, é uma expressão do idioma japonês que significa onda gigantesca. Elas se formam por distúrbios sísmicos ou adversidades oceânicas. Por exemplo, um terremoto (exemplo mais comum), pode gerar um abalo no volume das águas do oceano que ao serem agitadas acabam produzindo estas ondas que se propagam aumentando gradativamente o perímetro de ação atingindo litorais muito distantes. Outra maneira de se observar um tsunami é quando ocorre uma erupção vulcânica de grandes proporções, tendo liberada entre os detritos, elementos minerais da chaminé do vulcão, uma parte substancial de massa sólida que ao ser lançada contra o litoral de uma ilha, pode causar uma agitação das águas promovendo o mesmo efeito. Se ocorrer a queda de um meteoro, ou uma explosão superior ou em torno de 1 ou 2 megatons, também podemos obter os mesmos efeitos. Leia o resto deste post »
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Escrito por Claudio Bastian
26 Maio, 2008
O maremoto é um fenômeno que se origina como efeito secundário de outro que ocorre nos oceanos, o terremoto. Quando o abalo sísmico têm como epicentro de atividade um oceano, ele dará origem ao Maremoto.
Isso está relacionado com o fato de que o volume das águas oceãnicas venham a ser agitadas com o movimento da placa tectônica da qual se componha o Oceano em questão. O volume das águas quando agitado acaba provocando ondas que se deslocam semelhantes às que seriam percebidas pelo deslocamento do ar para os tremores de terra em superfície, mas que são evidentemente muito menos sensíveis (em geral, quando o tremor é de pouca intensidade, algumas pessoas sentem um leve mau estar, quando maior não se consegue perceber pela instabilidade do solo). Leia o resto deste post »
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Escrito por Claudio Bastian
22 Maio, 2008
Não apenas as pessoas mais idosas mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi Carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou tem base real?
Pela ressonância Schumann se procura dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann), mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz. Leia o resto deste post »
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Escrito por Claudio Bastian
22 Maio, 2008
Albert Slosman(1925 – 1981) foi um estudioso da história egípcia, era matemático, analista de informações e participante dos projetos da NASA para os lançamentos das naves Pioneer a Júpiter e Saturno.
Aprendeu a árdua tarefa de decodificar os hieróglifos egípcio que descrevem os últimos anos da Atlântida. Graças à seus enormes esforços, agora estamos familiarizados com os segredos de uma civilização que afundou em um dia, em um gigantesco cataclismo.
O conhecimento dos atlantes sobre o movimento das estrelas e a posição dos planetas era muito superior ao nosso. Eles perceberam o fim da Atlântida com seus conhecimentos sobre astronomia. O dia que a Atlântida se afundou sob as águas, em 27 de julho de 9792 a.C, Órion, Vênus e algumas poucas estrelas e planetas mais ocuparam algumas “posições codificadas”. Os supremos sacerdotes que escaparam do cataclismo levaram os conhecimentos com eles e os guardaram no labirinto (o Círculo de Ouro) no Egito. E ali precisamente se elaborou o plano mestre para advertir à humanidade sobre o próximo cataclismo.
Esta história incrivelmente assombrosa deve ser conhecida no mundo inteiro, porque no ano 2012 as estrelas estarão exatamente na mesma posição que no ano no qual a Atlântida se afundou. Leia o resto deste post »
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21 Maio, 2008
O aumento do número e da intensidade dos terremotos nos últimos anos deveria servir para sacudir também o íntimo dos seres humanos, para que se libertassem ainda em tempo de sua inércia espiritual.
Não passa um mês sem que tomemos conhecimento de algum terremoto significativo. E isso porque os tremores menores, que também causam extensos danos e muita apreensão, não são sequer noticiados.
Estima-se que ocorram a cada ano cerca de 500 mil tremores em todo o globo, havendo quem fale até de um milhão de sismos, dos quais 100 mil são percebidos pelas pessoas com seus próprios sentidos e pelo menos mil causam danos. A Terra está tremendo sem parar, o que nada de bom significa para os seres humanos. Um retrato disso pode ser visto na figura abaixo, montada pelos pesquisadores russos Denis Mischin e Alex Chulkov, que mostra os terremotos com magnitude superior a 4 graus na Escala Richter que sacudiram o planeta de janeiro de 1989 a setembro de 1997 (a cor indica a profundidade do epicentro). Leia o resto deste post »
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20 Maio, 2008
Para quem não sabe, a Terra possui um forte campo magnético que efetivamente filtra uma grande quantidade das microondas provenientes do sol. Sem este campo magnético, a vida na Terra seria praticamente inviável. E é este campo magnético que nos dá o famoso “norte” da bússula, por exemplo.
Ocorre que o “norte” magnético nem sempre é no norte, e a Terra freqüentemente experimenta uma mudança total de eixo de seu campo magnético, isso é PROVADO e COMPROVADO pelas pesquisas geológicas em camadas de magma resfriado, por exemplo. O magma é frequentemente carregado de partículas de ferro, e é fracamente magnetizado pelo campo da Terra, só que um estudo geológico pode facilmente comprovar que ocorrem inversões periódicas deste campo em campo. Além de inúmeros outros testes, como a “assinatura” magnética nos polos magnéticos da Terra que tem variado violentamente com o passar dos milênios. Leia o resto deste post »
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