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	<title>O Mundo de Bastian</title>
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	<description>Destinado a vários temas ligado a religião, ciência e filosofia</description>
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		<title>O Mundo de Bastian</title>
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		<title>Spintrônica: chips que usam propriedades quânticas estão a caminho</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 19:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores holandeses conseguiram transferir informações magnéticas diretamente para um semicondutor e, pela primeira vez, eles fizeram isto a temperatura ambiente. Esta comunicação representa a unificação entre as funções de armazenamento &#8211; uma função tipicamente magnética nos computadores atuais &#8211; e de cálculo &#8211; uma função desempenhada pelos semicondutores. Vários outros pesquisadores já haviam demonstrado a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=108&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Pesquisadores holandeses conseguiram transferir informações magnéticas diretamente para um semicondutor e, pela primeira vez, eles fizeram isto a temperatura ambiente.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta comunicação representa a unificação entre as funções de armazenamento &#8211; uma função tipicamente magnética nos computadores atuais &#8211; e de cálculo &#8211; uma função desempenhada pelos semicondutores.</p>
<p style="text-align:justify;">Vários outros pesquisadores já haviam demonstrado a possibilidade dessa união entre magnético e semicondutor, mas os experimentos vinham sendo feitos em temperaturas muito baixas ou em materiais mais exóticos &#8211; veja, por exemplo Átomos artificiais unem eletricidade e magnetismo em memória revolucionária e Semicondutores magnéticos permitirão chips que calculam e armazenam dados.<span id="more-108"></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px">&#8220;]<img title="Spin semicondutor" src="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010110091222-spin-semicondutor.jpg" alt="" width="350" height="331" /><p class="wp-caption-text">Dispositivo para injeção e detecção da polarização no spin no silício, um passo essencial no desenvolvimento da spintrônica.[Imagem: Nature/Dash et al.</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Novo paradigma da computação</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A demonstração da troca direta de informações entre materiais magnéticos e semicondutores, especificamente para o silício, é um passo histórico no desenvolvimento de um novo paradigma para a eletrônica e para a computação.</p>
<p style="text-align:justify;">O feito representa uma espécie de elo perdido que vem unir as duas áreas fundamentais da computação e poderá abrir caminho para uma nova forma de eletrônica, a chamada spintrônica.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre algumas das vantagens da spintrônica, além da miniaturização, estão o reduzidíssimo consumo de energia e a capacidade de reter as informações na ausência de alimentação, uma vez que o material semicondutor estará magnetizado.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Chips quânticos </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Ao contrário da eletrônica atual, que explora a carga do elétron e seu movimento, a spintrônica utiliza uma propriedade quântica do elétron chamada spin, uma espécie de &#8220;rotação&#8221; que faz com que um spin assuma duas posições.</p>
<p style="text-align:justify;">Os termos &#8220;para cima&#8221; ou &#8220;para baixo&#8221; são convenções usadas para representar a &#8220;posição&#8221; do spin, o que significa que ele pode ser usado para armazenar um bit de informação, assumindo um valor que pode ser 0 ou 1. Fazer um spin passar de 0 para 1 e vice-versa requer pouquíssima energia, muito menos do que o fluxo de elétrons usado nos computadores atuais.</p>
<p style="text-align:justify;">O grande desafio é transferir o dado &#8211; o 0 ou o 1 do spin &#8211; para o semicondutor, o material com que são feitos os processadores, para que esse dado possa ser usado nos cálculos computacionais.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Comunicação entre materiais magnéticos e semicondutores</strong></p>
<p style="text-align:justify;">No experimento agora feito na Universidade de Twente, Ron Jansen e seus colegas fabricaram um sanduíche formado por uma película finíssima &#8211; menos de 1 nanômetro de espessura &#8211; de óxido de alumínio colocada entre um material magnético e um material semicondutor.</p>
<p style="text-align:justify;">A espessura das películas de cada um dos materiais, que contêm algumas poucas camadas de átomos, é crucial para o funcionamento do dispositivo.</p>
<p style="text-align:justify;">O material magnético tem a propriedade do magnetismo porque a maioria dos seus elétrons têm os spins apontando na mesma direção. Ao aplicar uma tensão ao longo da interface de óxido de alumínio, os pesquisadores demonstraram que é possível transferir esses elétrons com spins conhecidos para o semicondutor.</p>
<p style="text-align:justify;">O dispositivo permitiu confirmar que os elétrons mantêm sua polarização por um tempo suficiente para fluírem vários nanômetros ao longo do semicondutor, o que é mais do que o suficiente para seu uso em circuitos spintrônicos.</p>
<p style="text-align:justify;">O efeito prático é a criação de uma magnetização no semicondutor, com uma orientação e uma magnitude totalmente controláveis por meio da tensão aplicada.</p>
<p style="text-align:justify;">O próximo passo da pesquisa será fabricar os primeiros componentes spintrônicos, capazes de utilizar e manipular as informações disponíveis nos spins transferidos para o semicondutor.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Fonte:</p>
<p style="text-align:justify;"><em><em>Electrical creation of spin polarization in silicon at room temperature</em><br />
Saroj Dash, Sandeep Sharma, Ram Shanker Patel, Michel de Jong, Ron Jansen<br />
Nature<br />
26 November 2009<br />
Vol.: 462, 491-494<br />
DOI: 10.1038/nature08570</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/claudiobastian.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/claudiobastian.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/claudiobastian.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/claudiobastian.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/claudiobastian.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/claudiobastian.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/claudiobastian.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/claudiobastian.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/claudiobastian.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/claudiobastian.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/claudiobastian.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/claudiobastian.wordpress.com/108/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/claudiobastian.wordpress.com/108/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/claudiobastian.wordpress.com/108/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=108&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Spin semicondutor</media:title>
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		<title>Os Akpalos</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2009 20:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ufologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

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		<description><![CDATA[Oriente e Ocidente Foi por isto que o livro fascinacte e generoso de Shklovski, diretor do Instituto de Astronomia da Universidade de Moscou, publicado em francês em l967, passou práticamente despercebido. No entanto, pela extensão da informação, pelo rigor científico, pela ousadia das hipóteses e pela imensidão das idéias propostas era a reflexão mais fecunda [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=100&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Oriente e Ocidente</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Foi por isto que o livro fascinacte e generoso de Shklovski, diretor do Instituto de Astronomia da Universidade de Moscou, publicado em francês em l967, passou práticamente despercebido. No entanto, pela extensão da informação, pelo rigor científico, pela ousadia das hipóteses e pela imensidão das idéias propostas era a reflexão mais fecunda até o momento sobre a vida e a razão de ser no universo! 0 livro surpreendia o leitor por sua intensa liberdade. Shklovski desconhecia as limitações do especialista, dos preconceitos doutrinários e políticos. Colocava seus raciocínios cientificos sob a proteção dos poetas e dos visionários. Assistíamos à manifestação de uma inteligência nesta cultura de amanhã , cuja esperança levou Clarke a dizer: “Não levaremos nossas fronteiras para o céu”.<span id="more-100"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Ao receber a obra em russo, Carl Sagan, professor de astronomia em Harvard, diretor do Observatório de Astrofísica de Cambridge, em Massachusetts, apressou-se em fazê-la traduzir por Paula Fern. A leitura lhe sugeriu uma quantidade de reflexões complementares. Escreveu a Shklovski propondo-Ihe uma edição norte-americana em colaboração.</p>
<p style="text-align:justify;">“Infelizmente” &#8211; respondeu o cientista soviético &#8211; “temos tão pouca oportunidade de trabalhar juntos quanto de receber um dia a visita de extraterrestres”.</p>
<p style="text-align:justify;">Sagan publicou o livro e acrescentou uma série de anotações de sua autoria. Esta foi a primeira obra escrita por dois grandes cientistas do Oriente e do Ocidente sobre o projeto mais espetacular de nossa época: entrar em comunicação com outras inteligências no cosmo. A edição americana ‚ dedicada à memoria daquele que foi o nosso amigo, J. B. S. Haldane, biólogo e cidadão do mundo, membro da Academia de Ciências dos Estados Unidos, da Academia de Ciências da União Soviética e da Ordem do Delfim, morto na Índia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Raça de deuses</strong></p>
<p style="text-align:justify;">livro principia com estes versos de uma ode de Píndaro:</p>
<p style="text-align:justify;">“Há uma raça de homens,</p>
<p style="text-align:justify;">há uma raça de deuses…</p>
<p style="text-align:justify;">Cada qual tira seu sopro de vida da mesma mãe;</p>
<p style="text-align:justify;">mas os poderes são separados,</p>
<p style="text-align:justify;">de maneira que uns não são nada</p>
<p style="text-align:justify;">e os outros são os senhores do céu luminoso</p>
<p style="text-align:justify;">que é a moradia eterna deles.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto,  participamos  todos da grande inteligência;</p>
<p style="text-align:justify;">temos uma parcela da força dos imortais,</p>
<p style="text-align:justify;">embora ignoremos o que o dia nos reserva”.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Novas perspectivas</strong></p>
<p style="text-align:justify;">No decorrer da obra, Shklovski atribui à imaginação científica legítima os sonhos de um modesto professor de província que viveu no início do século, Constantin Tsiiolkovski, que viu o homem iniciar a conquista do espaço, mapear o sistema solar, domesticar o calor e a luz do Sol e sonhar ser possível “emigrar para os astros e dirigir pequenos planetas como se conduz cavalos”.</p>
<p style="text-align:justify;">Shklovski imagina também, com Sagan, a atividade de outras civilizações nas galáxias distantes. Se estas perspectivas fabulosas merecem hoje nossa atenção, é perfeitamente lógico indagar se nosso planeta não recebeu no passado, e num passado relativamente próximo, a visita de astronautas vindos de outros sistemas planetaríos.</p>
<p style="text-align:justify;">Shklovski considera válida esta hipótese e Sagan, não só confirma esse parecer como acrescenta elementos novos e desenvolve particularmente este ponto. Quando em 1960, em ”0 Despertar dos Mágicos”, e em 1961 na revista Planéte, mencionamos os estudos do cientista soviético M. Agrest sobre este assunto, os intelectuais franceses de formação racionalista, bem como os cristãos, zombaram de nossa ingenuidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Louis Aragon, escritor comunista, afirmou mesmo que “M. Agrest era um alegre brincalhão e que sómente por benevolência a União dos Escritores Soviéticos tolerava em seu meio as profecias de alguns doentes mansos”. Quanta ignorência!</p>
<p style="text-align:justify;">0 padre Dubarle declarou com desprezo:”Temos agora uma ficção teológica!”</p>
<p style="text-align:justify;">Os trabalhos de Agrest são de 1959. Em 1967, Carl Sagan e Shklovski afirmavam: “A maneira como M. Agrest coloca essa questão parece-nos inteiramente lógica”.</p>
<p style="text-align:justify;">A idéia essencial de Agrest é a seguinte.</p>
<p style="text-align:justify;">Suponhamos que alguns astronautas vieram à Terra e encontraram homens. Um acontecimento tão insólito deveria obrigatoriamente deixar vestígios nas lendas e nos mitos. Estes seres extraterrestres, dotados de um poder sobrenatural, foram considerados de natureza divina pelos primitivos, e os mitos reservaram um lugar de honra ao céu de onde tinham vindo esses visitantes enigmáticos e para onde voltaram. Os “visitantes celestes” ensinaram aos terrestres algumas técnicas e rudimentos da ciência.</p>
<p style="text-align:justify;">Sabemos que os mitos e as lendas anteriores ao aparecimento da escrita possuem grande valor histórico. Foi assim que a história pré-colonial dos povos da Africa negra &#8211; que não possuíam escrita &#8211; foi reconstituída em grande parte &#8211; com elementos do folclore, das lendas e dos mitos. Carl Sagan acrescenta este exemplo: em 1786, os Indios do Noroeste da América do Norte viram La Perouse desembarcar no litoral. Um século mais tarde, a analise das lendas inspiradas pelo acontecimento permitiu aos historiadores reconstituir a chegada do navegante e até mesmo o aspecto dos barcos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nova interpretação de passagens da Bíblia</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Agrest interpreta passagens da Bíblia de maneira diferente: vê na destruição de Sodoma e de Gomorra os efeitos de uma explosão nuclear, na história de Enoque sendo elevado aos ares um sequestro dos visitantes, etc…</p>
<p style="text-align:justify;">Percebemos a utilização que o dogmatismo materialista pode fazer destas interpretações. Reduzir a idéia de Deus às lembranças da passagem pela Terra de um navegante vindo das estrelas‚ dar mão forte ao ateísmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sabemos por outro lado que este sistema de interpretação foi empregado inescrupulosamente por “pesquisadores” dados à mistificação. Não somos absolutamente opostos à mistificação, não acreditando ter a propriedade exclusiva da verdade, e não consideramos a ciência um animal sagrado, preferindo a morte à função de censor. Fora isso, o amor da música passa também pela gaita. Finalmente, é sempre bom repetir que sem o mistificador o mundo se asfixia. Mas depois da publicação de “O Despertar dos Mágicos”, surgiu uma literatura abundante sobre este tema. Não respondemos pelas afirmações de nossos epígonos duvidosos. “Pelo que sabemos, declara Shklovski, não existe um único monumento material da cultura do passado em que encontremos realmente uma alusão a seres inteligentes vindos do cosmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta‚ também é nossa opinião. E bem provável, por exemplo, que o célebre afresco saariano de Tassili, apresentando um “marciano” de escafandro, tenha sido utilizado abusivamente (um pouco por nós, e muito por outros) como demonstração. Contudo, continuamos a pensar, como Sagan e seu colega russo, que “as pesquisas orientadas neste sentido não são absurdas nem anticientificas. Convém somente não perder o sangue-frio”.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Visitantes</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fomos visitados no passado, estamos sendo visitados agora, seremos visitados no futuro?</p>
<p style="text-align:justify;">Carl Sagan procurou apresentar a frequencia provável.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele calcula que o número de civilizações técnicamente desenvolvidas existindo simultaneamente em nossa galáxia poderia ser da ordem de 10^6. A duração destas civilizações seria de 10^7 anos. “O que me parece otimista” &#8211; observa Shklovski.</p>
<p style="text-align:justify;">Sagan supõe que estas civilizações estudam o cosmo segundo um plano que exclui a repetição de uma visita. Se cada civilização enviar, anualmente, uma nave espacial de pesquisa interstelar, o intervalo médio entre duas visitas da região de uma única estrela, será igual a 105 anos. Para o intervalo médio entre duas visitas a um único e o mesmo sistema planetário (o nosso por exemplo) abrangendo formas inteligentes de vida; podemos adotar, segundo a hipótese de Sagan, o riúmero de alguns milhões de anos. A frequencia, neste caso, é de 5.500 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Se “a história principia em Sumer”, e teve início com uma visita, devemos aguardar para breve um outro desembarque. Se, como sugere o astrônomo americano, “parece provável que a Terra recebeu diversas visitas de civilizações galáxicas, inclusive durante a era geológica”, por que não encontramos nenhum vestígio concreto? A isto, podemos dar três respostas: a arqueologia científica esta ainda no início e nos reserva muitas surpresas, sendo que a idéia de uma história do cosmo pode inaugurar novas direções da pesquisa.</p>
<p style="text-align:justify;">Segunda resposta: encontramos vestígios na memória dos homens, nas lendas e nos mitos, mas ainda não pesquisamos estes dados com uma consciência mais ampla. Sagan demonstra isto a propósito da lenda dos akpalos, como veremos em seguida.</p>
<p style="text-align:justify;">Terceira resposta: o contato com criaturas tão primitivas quanto os terrestres, há milhares de anos, não justificava a instalação de uma base permanente. Esta base poderia estar localizada na face oculta da Lua, e se encontraremos o cartão de visita das outras galáxias quando atingirmos um nível tecnológico suficiente. Drake e Clarke sugeriram ainda que uma civilização extraterrestre poderia ter colocado um alarma automático que teria por função iluminar o espaço interstelar quando o nível técnico local atingisse um certo grau. Por exemplo, um sistema semelhante teria por função analisar o conteudo de elementos radioativos na atmosfera terrestre. O aumento da radioatividade atmosférica, produzida por experiências nucleares repetidas, acionaria o sistema de alarme. É provável que o sinal já tenha partido da Terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Sagan escreve: “A 40 anos-luz da Terra, as noticias referentes a uma civilização técnica recente tomam a direção das estrelas. Se houver criaturas inteligentes nestas regiões, perscrutando os céus na esperança de encontrar uma civilização técnicamente avançada em nossa região do espaço, elas tomarão conhecimento de nossa ciência recente, para o bem e para o mal. Talvez, dentro de alguns séculos, recebamos a visita de um emissário”.</p>
<p style="text-align:justify;">Shklovski, mais cético ou menos lírico, considerando o abismo do tempo passado, reconhece que há “uma possibilidade diferente de zero para a Terra ter recebido a visita de viajantes do espaço”. E acrescenta: “Da mesrna forma que Agrest, Sagan volta sua atenção para as lendas e os mitos. Dá um lugar especial à epopéia sumeriana que narra visitas regulares, nas aguas do golfo Pérsico, de criaturas estranhas que ensinaram aos homens os ofícios e as ciências diversas”.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hipóteses</strong></p>
<p style="text-align:justify;">É possível que estes fatos tiveram lugar nas proximidades da cidade sumeriana de Eridu, na primeira metade do quarto milênio antes de EC &#8211; Era Comum.</p>
<p style="text-align:justify;">Estamos lernbrados das etapas históricas em “O Admiravel Mundo Novo” de Huxley: antes de Ford e depois de Ford… Voltando ao assunto. Carl Sagan observou, em confirmação de sua hipótese, uma ruptura bem nítida na história da cultura sumeriana, passando repentinamente de uma condição primitiva para a evolução brilhante das cidades, com a construção de redes complexas de irrigação e com a expansão das ciências, sobretudo astronomia e matemática. A verdade‚ que ignoramos tudo a respeito das origens da civilização sumeriana.</p>
<p style="text-align:justify;">Rene Alleau propôs uma hipótese fantástica. Os sumerianos “não vieram da terra, mas do mar. Viveram muito tempo no oceano, em aglomerações de aldeias construídas em cima de jangadas, e foi sómente quando encontraram os seres superiores vindos do espaço que decidiram residir em terra firme e construir suas cidades, desenvolvendo uma civilização segundo os dados fornecidos pelos visitantes”. Esta teoria tem sua origem na lenda dos akpalos.</p>
<p style="text-align:justify;">“A meu ver &#8211; diz Shklovski &#8211; as hipóteses de Agrest e de Sagan não se contradizem. Agrest propõe uma interpretação dos textos bíblicos. Mas estes textos possuem origens babilônicas profundas. Os babilônios, os assírios e os persas sucederam às civilizações sumeriana e acadiana. É provável que os textos bíblicos e os mitos anteriores à fundação da Babilônia narrem os mesmos acontecimentos. Evidentemente, não é possivel apresentar provas científicas suficientes. Mas mesmo assim estas hipóteses merecem nossa atenção”.</p>
<p style="text-align:justify;">A hipótese de Sagan é a seguinte: visitantes extraterrestres vestldos de escafandro, a bordo de uma nave espacial pousada no mar, forneceram aos homens primitivos os rudimentos do conhecimento. Estes homens fundaram Sumer. A humanidade conservou durante muito tempo a lembrança de criaturas meio homens meio peixes (capacete e armadura que lembra o brilho das escamas, aparelho respiratório como prolongamento do corpo) vindos do espaço desconhecido para transmitir a sabedoria. O signo do peixe, que posteriormente serviria de ponto de união entre os iniciados do Oriente Médio, talvez esteja ligado a esta lembrança fabulosa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Os Akpalos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Há três versões relativas aos akpalos, datando das épocas clássicas, mas todas elas têm sua origem em Berose &#8211; sacerdote de Bel-Marduk, na Babilônia, na época de Alexandre Magno. Berose conheceu documentos cuneiformes e pictográficos que tinham milhares de anos. Encontramos referência aos ensinamentos de Berose nos textos clássicos e Sagan menciona especialmente os textos gregos e latinos &#8211; publicados por Cory em 1876 sob o título “Fragmentos Antigos”. Ali estão as três narrativas:</p>
<p style="text-align:justify;">No primeiro livro referente à história da Babilonia, Berose diz ter vivido na época de Alexandre, filho de Felipe. Menciona os escritos conservados na Babilonia, relativos a um ciclo de quinze miríades de anos. Esses manuscritos evocavam a história dos céus e do mar, o nascimento da humanidade e a história dos diversos soberanos. Berose descreve a Babilonia como um país que se estende do Tigre ao Eufrates, rico em trigo, em cevada e em sésamo. Nos lagos, encontravam-se as raizes denominadas gongae que eram excelentes ao paladar e equivalentes à cevada pelo valor nutritivo. Havia também palmeiras, macieiras e muitas frutas, peixes e aves que conhecemos hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">A região da Babilonia que fazia fronteira com a Arábia era árida; a que se estendia do outro lado era ondulada e fértil. Nesta época, a Babilonia reunia diversos povos da Caldéia, que vivia sem lei nem ordem, semelhantes aos animais selvagens.</p>
<p style="text-align:justify;">No decorrer do “primeiro ano”, surgiu um animal dotado de razão, chamado Oannes, vindo do golfo Pérsico &#8211; referência à narrativa de Apolodoro. “O corpo do animal era semelhante ao de um peixe. Tinha uma segunda cabeça sob sua cabeça de peixe. Sua voz e sua linguagem eram articuladas. Esta criatura falava, durante o dia, com os homens, mas não se alimentava. Ela ensinou aos homens diversas ciências e artes. Ensinou-lhes a construir casas, a edificar templos, a praticar o direito e a utilizar os principios do conhecimento geométrico. Ensinou-lhes ainda a distinguir as sementes da terra e a colher os frutos; em suma, ensinou-lhes tudo que podia contribuir para amansar os costumes e para humaniza-los. Neste momento, seus ensinamentos eram tão universal que não se conheceu depois nenhum aperfeiçoamento notório”.</p>
<p style="text-align:justify;">“Ao entardecer, a criatura mergulhava no mar e passava a noite nas profundezas. Era uma criatura anfibia. Houve depois outros animais semelhantes a Oannes”. Berose promete fornecer uma narrativa deles quando se dedicar à história dos reis.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A narrativa de Abideno</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Isto no que se refere à  sabedoria dos caldeus. Conta-se que o primeiro rei do país foi Aloro, designado por</p>
<p style="text-align:justify;">Deus para ser o pastor do povo; ele reinou durante dez saris. Calcula-se atualmente que um saris equivale a 3.600 anos; um neros tem seiscentos anos; e um sossus, sessenta anos. Depois dele, Alaparo reinou durante três saris. Amilaro, de Pantibiblon, sucedeu-lhe e reinou trinta saris. Nesse tempo uma criatura semelhante a Oannes, mas metade demonio, chamada Annedoto, apareceu uma segunda vez do mar.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois Ammenon, de Pantibiblon, reinou dezoito saris; depois Daos, o pastor originário de Pantibiblon, governou durante dez saris. Nesta época quatro indivíduos de rosto duplo surgiram do mar, chamavam-se Euedoco, Eneugamo, Eneubolos e Anemento. Depois disto veio Anodafo, na época de Euedoresco. Houve mais tarde outros reis, e o último entre eles foi Sisitro &#8211; Xisutro. Assim, houve um total de dez reis, e a duração do Reino deles foi de 120 saris…</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A narrativa de Apolodoro</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Esta é a história que nos foi transmitida por Berose: O primeiro rei foi o caldeu Aloro da Babilônia, que reinou durante dez saris; depois vieram Alaparo e Amelon, originários de Pantibiblon; depois Ammenon da Caldéia, em cujo tempo apareceu Annedoto Musaro Oannes, vindo do golfo Pérsico. (Mas Alexandre Polihistor, antecipando o acontecimento, afirma que seu aparecimento teve lugar no decorrer do primeiro ano. Contudo, segundo a narrativa de Apolodoro, trata-se de quarenta saris, embora Abideno mencione o aparecimento do segundo Annedoto no final de 26 saris). Depois Megalaro de Pantibiblon lhe sucedeu e reinou dezoito saris; depois veio o pastor Daono, de Pantibiblon, que reinou dez saris; em seu tempo apareceu de novo, vindo do golfo Pérsico, um quarto Annedoto, tendo a mesma forma que os anteriores, a aparência de um peixe e de um homem. Depois Euederesco, de Pantibiblon, reinou durante dezoito saris, quando apareceu um outro individuo chamado Odacon, vindo do golfo Pérsico e possuia a mesma forma complicada de peixe e de homem. Todos &#8211; diz Apolodoro &#8211; contaram em detalhes, segundo as circunstâncias, o que lhes ensinou Oannes. Abideno não menciona nenhuma destas aparições. Depois reinou Amempsino de Waranchae e, corno era o oitavo na ordem da sucessão, governou durante dez saris. Depois veio Otiartes, caldeu originário de Laranchae, e ele governou durante oito saris. Após a morte de Otiartes, seu filho Xisutro reinou durante dezoito saris &#8211; ocasião que ocorreu o Grande Dilúvio…</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Narrativa posterior de Alexandre Polihistor</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Depois da morte de Ardates, seu filho Xisutro lhe sucedeu e reinou durante dezoito saris. Foi nesta época que teve lugar o Grande Dilúvio, cuja história foi narrada da seguinte maneira: O deus Crono apareceu em sonho a Xisutro e informou-lhe que haveria um dilúvio no décimo quinto dia do mês de Daésia, e que a humanidade seria destruída. Odenou-lhe portanto escrever a história das origens, dos progressos e do final de todas coisas, até os nossos dias, e enterrar estas anotações em Sippara, na Cidade do Sol, construir um barco e levar consigo seus parentes e amigos. Ordenou-lhe, por último, transportar a bordo tudo o que era necessário ao sustento da vida, reunir todas as espécies animais, as que voam ou correm em cima da terra, e abandonar-se às àguas profundas…</p>
<p style="text-align:justify;">Como perguntara ao deus para onde deveria dirigir-se, este lhe respondeu: “Para o lugar onde estão os deuses”.</p>
<p style="text-align:justify;">Nestes fragmentos, as origens não humanas da civilização sumeriana são nitidamente afirmadas. Uma série de criaturas estranhas surge no decorrer de várias gerações. Oannes e os outros akpalos são descritos como “animais dotados de razão” ou como criaturas inteligentes, de forma humanóide, recobertos por um capacete. e uma carapaça, como um “corpo duplo”. Talvez fossem visitantes vindos de um planeta inteiramente coberto pelos oceanos. Um cilindro assírio representa o akpalo carregando aparelhos nas costas, acompanhado de um golfinho. Alexandre Polihistor observou a evolução súbita da civilização depois da passagem de Oannes, o que está de acordo com as observações da arqueologia sumeriana. O arqueólogo Thorkild Jacobsen, da Universidade de Harvard, escreveu: “Subitamente, o panorama se transforma. De obscura que era, a civilização mesopotâmica se cristaliza. A trama fundamental, o arcabouço no interior do qual a Mesopotâmia iria viver, formular as indagações</p>
<p style="text-align:justify;">mais profundas, avaliar-se a si mesma e o universo durante os séculos futuros, brotaram com vida e se realizaram”.</p>
<p style="text-align:justify;">Não há duvida que desde a época dos trabalhos de Jacobsen foram descobertos na Mesopotâmia alguns vestígios de cidades mais antigas, sugerindo uma evolução mais lenta. Entretanto, o mistério dos visitantes permanece, confirmado pelo exame dos selos cilíndricos assírios, nos quais Sagan pensa decifrar o Sol cercado de nove planetas, com dois planetas menores em um dos lados, bem como outras representações de sistemas que apresentam uma variação no número de planetas para cada estrela.</p>
<p style="text-align:justify;">A densidade particular de acontecimentos inexplicaveis narrados pelas lendas do Oriente Médio coloca um problema. A arqueologia revelou alguns vestígios de tecnologia, como o forno-refletor em Ezion Geber, em Israel, ou o bloco de vidro de três toneladas enterrado perto de Haifa. O aparecimento nesta região do mundo de técnicas, de idéias inéditas, de religiões, como se fosse o berço da história humana, coloca a seguinte questão:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Estes locais foram escolhidos por mestres vindos das estrelas?</p>
<p style="text-align:justify;">Como e por que?</p>
<p style="text-align:justify;">Carl Sagan aponta cinco possíveis origens para os visitantes do espaço: Alfa do Centauro, Epsilon Eridano, 61 Cygni, Epsilon Indi e Tau Ceti, a quinze anos-luz da Terra. E conclui: “Histórias como a lenda de Oannes, as figuras e os textos mais antigos referentes ao aparecimento das primeiras civilizações terrestres mereciam estudos críticos muito mais amplos do que os realizados até o momento. Estes estudos não deveriam rejeitar uma direção de pesquisa relativa a contatos diretos com uma civilização extraterrestre”.</p>
<p style="text-align:justify;">Chegamos certamente a fase de riqueza e poder que possibilita a investigação mais aberta do nosso passado distante. E foi a nós, ao que parece, que Platão se dirigiu quando escreveu no Critias: “Sem dúvida, os nomes destes aborígines foram conservados enquanto se obscurecia a lembrança de suas obras, e isto foi devido tanto ao desaparecimento dos que receberam a tradição quanto à extensão do tempo transcorrido. Depois das diversas catástrofes e dos dilúvios, o que sobrou da espécie humana sobreviveu num estado inculto, conhecendo apenas os nomes dos príncipes que haviam govemado o país, e sabendo muito pouca coisa de suas obras. Embora apreciassem dar aos filhos os nomes destes príncipes desaparecidos, eles ignoravam os méritos dos antepassados ilustres e das leis que haviam instituído, com exceção de algumas tradições obscuras pertencentes a alguns deles (…) Com efeito, o estudo das lendas e as investigações relativas à antiguidade são duas coisas que, com o passar do tempo, entraram simultanearnerrte nas cidades, no momento em que as necessidades da existência estavam garantidas, mas não antes”.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas duas coisas que entram nas cidades talvez nos tornem sensíveis a uma circulação entre os tempos desaparecidos e os tempos futuros, talvez elas nos ensinem que nosso esforço imenso para penetrar no céu‚ um desejo muito antigo e heróico de prolongar o dialogo interrompido. Talvez avistemos nossas origens e nosso fim como os dois momentos de uma relação com a vida e a inteligência no universo. Evidentemente, quando levantamos estas dúvidas, quando procuramos vestígios imemoriais de um contato e quando interrogamos as possibilidades do futuro, devemos nos lembrar sempre do provérbio chinês: “Aquele que espera um cavaleiro não deve confundir o ruído dos cascos com as batidas do seu coração”.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas é necessário que a esperança faça o coração bater violentamente…</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">***</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="font-size:8pt;">Por </span><a href="http://www.embuscadaverdade.com/forum/index.php?topic=42.0;prev_next=prev">Jacques Bergier</a> e<a href="http://www.youtube.com/watch?v=hUkT11THEUA"> Louis Pauwels</a></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"> </span></span></p>
<p align="justify">*<a href="http://www.embuscadaverdade.com/forum/index.php?topic=42.0;prev_next=prev">Jacques Bergier</a>, físico, pesquisador e escritor de origem judia, membro da Academia de Ciências de Nova Iorque, da Real Sociedade de Londres, Cavaleiro da Legião de Honra inglesa e condecorado com a Cruz de Guerra e a Roseta da Resistência francesa. Faleceu em 1978 em Paris, aos 66 anos.</p>
<p align="justify">**<a href="http://www.youtube.com/watch?v=hUkT11THEUA">Louis Pauwels</a>, pesquisador e escritor francês apaixonado pelos mistérios da humanidade, um dos líderes &#8211; junto com Jacques Bergier &#8211; do movimento “Planète”, percursor da literatura do Realismo Fantástico onde assuntos e fatos que estavam além das ciências eram abordados de forma científica.</p>
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		<title>A Física da Era Quântica</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 20:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

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		<description><![CDATA[“&#8230; aquele que deseja ter o certo sem o errado, ordem sem desordem, não compreende os princípios do céu e da Terra. Ele não sabe de que modo as coisas influenciam-se mutuamente”. Chuang Tsé A atual teoria quântica aposentou a visão rígida e determinista da natureza, dando nascimento a uma concepção probabilística dessa. Ela trata [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=90&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:right;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;" align="right"><em>“&#8230; aquele que deseja ter o certo sem o errado, ordem sem desordem, não compreende os princípios do céu e da Terra. Ele não sabe de que modo as coisas influenciam-se mutuamente”</em><em>.</em></p>
<p class="MsoHeading9" style="text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;" align="right"><em>Chuang  Tsé</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">A atual teoria quântica aposentou a visão rígida e determinista da natureza, dando nascimento a uma concepção probabilística dessa. Ela trata as subpartículas como um campo espalhado no espaço, com um “<em>quantum” </em>de energia proporcional à  sua freqüência, ou vibração.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Dessa noção, infere-se que toda a matéria vibra. Poder-se-ia dizer que os sólidos são semelhantes à luz, mas de uma forma condensada, vibrando a baixíssimas freqüências. À medida que essa freqüência aumenta esses sólidos vão ficando menos densos, transformando-se em líquidos, gases até chegar a um ponto em que se transformariam em som (16 a 32.768 vibrações/s), e depois em eletricidade (1 bilhão de vibrações/s), calor (200 trilhões de vibrações/s), luz/cor (500 trilhões de vibrações/s), Raios-X (2 milhões de trilhões de vibrações/s), e etc..</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;"><span id="more-90"></span> Enquanto a relatividade geral vê o movimento como algo contínuo, na teoria quântica o movimento é descontínuo. Estudando-se os elétrons, logo se evidenciou que eles saltavam subitamente de nível energético quando recebiam níveis paulatinamente crescentes de energia (os saltos quânticos, a Catástrofe dos matemáticos, os insights da psicologia), configurando a existência de “transições descontínuas instantâneas”. À noção de imprevisibilidade e indeterminação quânticas, se somou a noção de instantaneidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Mas a  instantaneidade ia contra a idéia de uma velocidade máxima no Universo. <em>Albert  Einstein (</em>1.879-1.955), <em>Nathan Rosen </em>e <em>Boris Podolsky, </em>em 1.935 imaginaram uma situação (efeito EPR) em que a velocidade máxima do universo seria ultrapassada, querendo invalidar as descobertas da física quântica. Em 1.972, por <em>John Clauser, </em>e desde 1.981 por diversos cientistas,  experiências comprovaram as teses de <em>John S. Bell</em> (1.964) de que a mudança de sinal no spin de um elétron realmente acarretava uma mudança instantânea no spin de sua antipartícula, independente da distância entre elas (efeito EPR). Surgiu então o conceito de sincronicidade,  da existência de ocorrências que independem do tempo e do espaço.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Se um sistema com duas partículas formadas num mesmo evento (por exemplo um fóton dando origem a um conjunto elétron/posítron) são sempre sincrônicos, logo o <em> Big-Bang </em>formou um Universo de partículas sincrônicas, em permanente  intercorrelação, uma teia de relações interligadas, segundo <em>Jack Sarfatti, </em>por sinais que não podem ser energéticos, pois viajam acima da velocidade da luz.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Há uma outra implicação mais fantástica. Partindo da noção de que o mundo objetivo pode ser definido como aquele que existe independente da consciência pessoal de cada indivíduo, vê-se que essa noção se choca com o teorema de <em>Bell </em>e com a física quântica como um todo. Não há esse mundo exterior, fixo, objetivo e independente. Uma “integração invisível“ une todo o universo, numa “unicidade elementar”. Um determinismo parece derivar do teorema: todas as ocorrências são resultado de mudanças em alguma parte do Universo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Surgiu  uma outra maneira de se ver a existência dos elementos quânticos: a abordagem <em> bootstrap </em>à física das partículas, criada por <em>Geoffrey Chew. </em>Ela parte da idéia de que a natureza não pode ser reduzida a entidades fundamentais. O Universo seria então uma teia dinâmica de eventos inter-relacionados, com nenhuma propriedade de qualquer parte dessa teia sendo fundamental, mas todas se seguindo das propriedades das outras partes, com suas inter-relações determinando a estrutura de toda a teia. Seria como uma rede interconexa de relações na qual partículas são dinamicamente compostas uma das outras, cada uma dela envolvendo todas as outras, cada uma sendo todas as outras. Então não poderíamos mais falar de partículas e sim de padrões de energia-matéria inter-relacionados, envolvidos num processo dinâmico em que consciência e matéria são necessárias à compreensão da natureza. Essa abordagem seria aplicada à descrição dos hadríons, partículas sujeitas às interações fortes. O <em> bootstrap </em>dos hadríons é formulado na estrutura de uma teoria, a teoria da matriz S, que explica a “estrutura quark”, sem ter que presumir que eles são os blocos de construção de que os hadríons são feitos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;"><em> Fritjof Capra,</em> físico da Universidade da Califórnia, em <em>Berkeley, </em>afirma que <em>“a teoria quântica nos força a perceber o Universo não como uma coleção de objetos físicos, mas sim como uma complicada teia de relações entre as várias partes de um todo unificado&#8230; Todas as partículas são dinamicamente compostas umas das outras de uma maneira autoconsistente, e, nesse sentido, pode-se dizer que ‘contém’ uma às outras&#8230;”</em> (1977).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Ao lado  da abordagem <em>bootstrap, David Bohm </em>especula a existência de uma “ordem implicada” ou implícita. Além de também não admitir a existência de “blocos de construção” ou campos de força, também vê o mundo como uma teia de inter-relacionamentos, necessariamente ordenada. O Universo seria holográfico, ou melhor, um “holomovimento”, onde cada uma de suas partes contém o todo, e esse todo englobaria matéria e consciência como duas características fundamentais no Universo. Dessa forma uma alteração local se refletiria no todo e uma alteração no todo se refletiria em todas as suas partes, de uma forma sincrônica, não-linear e não-local. Explicaria a distribuição aleatória pelos princípios holográficos. Haveriam simetrias subjacentes nas ocorrências ao acaso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">A existência de uma “ordem implicada” subjacente ao mundo “explicado”, implica a existência de uma dimensão em que todas as dualidades coexistem como uma totalidade fundamental indivisível, ao contrário do “mundo explicado”, onde o sentimento de separatividade existe. Dessa forma matéria e consciência, saúde, doença e toda a aparente separatividade são uma só unidade. Nessa dimensão todas as coisas são vivas num fluxo contínuo. Por exemplo, vida e morte são movimento e não têm existência por si mesmos, nada é estático.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;"><em> William A. Tiller,</em> professor na Universidade de <em>Stanford,</em> foi mais além na teoria de <em> Einstein</em>. Além da velocidade da luz haveria um mundo de energias não mensuráveis, que não seguiriam as leis de conservação de energia. Einstein admitia a existência dessas “formas sutis de energia que não podem ser medidas, mas que existem, logo são importantes”. Ele falava da dor da perda de um ente querido. <em>Tiller </em>postulou um outro espaço/tempo, negativo, ao qual chamou de espaço/tempo etérico, de vibrações mais altas que as do espaço/tempo físico, esse positivo. Esse espaço/tempo negativo seria composto de matéria etérica (sutil) onde repousariam todas as energias dos sentimentos. Acima desse nível haveria um mais sutil ainda, com vibrações ainda mais altas, o nível da mente e da espiritualidade. Todas essas energias interagiriam diretamente com o nível quântico subatômico, interferindo no aparente determinismo quântico do teorema de <em>Bell</em>. Teríamos então como mudar o Universo com a força sutil da espiritualidade, do pensamento e das emoções? Há realmente algo como o livre-arbítrio?</p>
<h4 style="text-indent:20px;margin:0;"><strong>O CAOS</strong></h4>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;" align="right"><em>“Quando deixarei de me maravilhar para começar a conhecer?”</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;" align="right"><em> Galileu Galilei  (1.564-1.642)</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;"><em> </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Caos  (do grego <em>Kaos: </em>grande vazio ou grande plenitude) significa desorganização. A Lei de Entropia (a Segunda Lei da Termodinâmica), que diz que um sistema caótico, se deixado ao acaso, tende a aumentar o seu caos, impõe que deva existir um fator subjacente que explique esse problema de medição, tornando praticamente impossível jogar ao acaso a formação de nosso Universo. Em outras palavras, um sistema de baixa entropia (organizado) tenderá sempre a aumentar sua entropia, desorganizar-se caoticamente buscando um “equilíbrio”, no significado físico desse termo. Num sistema fechado a entropia nunca diminui. Então algo deveria ordenar o caos do princípio, afinal os processos vitais estão continuamente desafiando essa Lei.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;"><em> Allan Sandage, </em> astrônomo respeitado mundialmente, chegou ao desespero por não conseguir  responder, só com a razão, a questão do <em>“por que existir algo em vez de  nada?” </em>Como explicar, sob o ponto de vista dessa imprevisibilidade, a  ordenação perfeita do Universo? <em>Fred Hoyle </em>afirma: <em>“Uma explosão num  depósito de ferro-velho não faz com que pedaços de metal se juntem numa máquina  útil e funcional”.</em> E <em>Sarfatti </em>diz: <em>“&#8230;Na minha opinião, o  princípio quântico envolve a mente de uma maneira essencial&#8230; a mente cria  matéria”.</em> Mas que Mente existiria à época do Big-Bang?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;"><em>Frank Tipler </em>apresenta uma versão radical de um princípio chamado de Princípio Antrópico  (criada pelo renomado físico e cientista <em>Brandon Carter </em>em 1.973) que é a mais surpreendente teoria dos últimos tempos: o modo como o caos gera ordem e como todo o cosmo conspira a favor da vida, revelam atributos divinos como consciência e intenção. Esse princípio postula que o Universo foi criado, da maneira como o percebemos, para ser observado por criaturas inteligentes, nós mesmos, e que é essa Consciência que seleciona uma realidade concreta dentre todas as probabilidades quânticas. Essa visão é compartilhada pelos ingleses <em>John Polkinghorne, </em>do Departamento de Física de <em>Cambridge</em>, e <em>Paul Davies, </em>cientista, físico e matemático, autor de “A mente de Deus” (Ediouro  –1.992).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">O  famoso físico inglês <em>Stephen Hawking, </em>ocupante da cadeira que foi de  <em>Isaac Newton </em>e de <em>Paul Dirac </em>na prestigiada Universidade de <em>Cambridge </em>(um dos principais teóricos dos buracos negros) em sua obra “Uma Breve História  do Tempo” reconheceu que a teoria do <em>Big-Bang</em> (a grande explosão que deu origem ao Universo, ordenando-o e não causando desordem, como toda explosão faz devido a Lei da entropia) exige um Ser Criador. <em>Hawking </em>admitiu ainda que  o Universo é feito como uma mensagem enviada para o homem: <em>“Se chegarmos a uma teoria completa, com o tempo ela deveria ser compreensível para todos e não só para um pequeno grupo de cientistas. Então todos poderiam tomar parte na discussão sobre porque nós e o Universo existimos&#8230; Nesse momento, conheceríamos a mente de Deus”. </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;"><em> Murray Gell-Mann </em>postula que de fato as subpartículas são comandadas por uma ação externa capaz de dotá-la de predicados “personalísticos” como a tal “vontade própria” sugerida por Heisenberg e, mais ainda, essa ação externa não permite que os pesquisadores ajam sobre as partículas, utilizando-as à sua vontade. Daí surgiu a hipótese de que elas (as partículas) teriam por trás de sua existência uma outra forma de vida distinta da biológica e que obedeceriam a um comando (espiritual) externo estruturador, o mesmo comando que a teria formado atuando sobre a energia cósmica em expansão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Essa  novíssima física, ainda sem nome, mas conhecida como física transcendental,  defende a idéia da existência de <em>“Agentes Estruturadores”,</em> operadores responsáveis pela elaboração das formas universais e pela condensação da energia em partículas. Considerando-se que a energia cósmica em expansão, por si só, não pode se alterar, essa nova corrente de físicos teorizou a existência desses agentes, capazes de atuar sobre a mesma, modulando-a e dando-lhe as respectivas formas. Dessa maneira, admite-se que tudo o que exista no Universo seja estruturado por algum agente, dito externo a ele, correspondente e pertencente a outro domínio distinto do energético que forma o Universo material (Cf. em &#8220;<span style="color:#000000;">ORIGEM DO UNIVERSO</span>&#8220;).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Atualmente, a Sinergética, com os sistemas auto-organizados de <em>H. Haken </em>e <em> Ilya Prigogine</em> (1.917-2.003), comprova como a inter-relação e a interdependência geram sintropia (organização, ao contrário de entropia). Prigogine descreveu matematicamente como a Segunda Lei da Termodinâmica pode deixar de atuar em algumas situações. Segundo ele, flutuações ao acaso podem dar origem a formas mais complexas. Grandes perturbações em um sistema dão início a mudanças importantes, tornando o sistema altamente frágil. Surge então uma súbita reorganização para uma forma mais complexa. As perturbações num sistema são a chave para o crescimento. As configurações da natureza interagem com o ambiente local, “consumindo energia dele proveniente e fazendo retornar a ele os subprodutos dessa utilização de energia”. Mas a “suscetibilidade à dissolução e à morte” andam junto com esse potencial de crescimento e de aumento da complexidade. A esse sistema Prigogine deu o nome de “teoria das estruturas dissipativas” e ganhou o Nobel de Química em 1.977.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:20px;margin-top:0;margin-bottom:0;">Dessa forma há um acaso ordenado na formação dos prótons e nêutrons e na junção de um elétron, um próton e um nêutron para formar o átomo primordial. A ordem e a complexidade maior de um sistema não podem surgir sem o caos. Mas esse acaso original, ordenado pela inter-relação entre o sistema e a natureza, necessita de uma explicação quanto à sua origem.</p>
<p><!-- START of joscomment -->***</p>
<p>Escrito por Cláudio Azevedo.</p>
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		<title>Vários Mundos Ocultos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 14:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Esoterismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ocultismo]]></category>
		<category><![CDATA[Teosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos Deuses aos homens, dos mundos aos átomos, da estrela ao vagalume, do Sol ao calor vital do mais humilde ser orgânico, o reino da Forma e da Existência é uma imensa cadeia, cujos elos se acham todos interligados. A lei de Analogia é a chave mestra para o problema do mundo, e os diversos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=86&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Dos Deuses aos homens, dos mundos aos átomos, da estrela ao vagalume, do Sol ao calor vital do mais humilde ser orgânico, o reino da Forma e da Existência é uma imensa cadeia, cujos elos se acham todos interligados. A lei de Analogia é a chave mestra para o problema do mundo, e os diversos elos da cadeia devem ser estudados coordenadamente em suas mútuas relações ocultas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Por isso, quando a Doutrina Secreta pressupõe que o espaço condicionado ou limitado (o espaço de posição) só tem existência real neste mundo de ilusão ou, em outras palavras, em nossas faculdades de percepção, quer significar que todos os mundos, os superiores com os inferiores, interpenetram o nosso próprio mundo objetivo; que milhões de coisas e de seres se acham, quanto à localização ao nosso redor e dentro de nós, assim como nós estamos ao redor deles, com eles e neles. E isso não é um simples figura de retórica metafísica, mas sim a expressão de um fato real da Natureza, por mais incompreensível que seja para os nossos sentidos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span id="more-86"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Cumpre entender, porém, a linguagem do Ocultismo, antes de criticar suas afirmações. Por exemplo, a Doutrina de nega – como também o faz a Ciência em certo sentido – a empregar os termos “em cima” e “embaixo”, “superior” e “inferior”, com relação às meramente <em>invisíveis</em>, uma vez que neste particular tais expressões carecem de sentido. Da mesma forma, as palavras “Oriente” e “Ocidente” são meramente convencionais, e necessárias tão-só para ajudar as nossas percepções humanas; pois, embora tenha a Terra os seus dos pontos fixos nos pólos Norte e Sul, o Este e o Oeste variam segundo a posição que ocupamos na superfície da Terra e em virtude de sua rotação de Ocidente para Oriente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Assim, quando se mencionam “<em>outros</em> mundos” – melhores ou piores, mais espirituais ou ainda mais materiais, invisíveis em qualquer dos casos – o ocultista não situa essas esferas nem fora nem dentro de nossa Terra, como o fazem os teólogos e os poetas; porque elas não se localizam em nenhuma parte de espaço conhecido ou concebido pelo profano. Fundem-se por assim dizer, com o nosso mundo; interpenetram-no e são por ele interpenetrados.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Há milhões e milhões de mundos que nos são visíveis; muito maior é o números dos que se acham fora de alcance dos telescópios, e grande parte destes últimos não pertencem ao nosso plano objetivo de existência. Ainda que tão invisíveis com se estivessem situados a milhões de milhas de nosso Sistema Solar, coexistem conosco, junto de nós, dentro de nosso próprio mundo, e são tão objetivos e materiais, para seus respectivos habitantes, quanto o é o nosso mundo para nós. Mas a relação entre esses mundos e o nosso não é como a de uma série de caixas ovais encerradas umas nas outras, à maneira de certos brinquedos chineses; cada mundo está sujeito a suas próprias leis e condições especiais, sem ter relação direta com a nossa esfera.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Os habitantes desses mundos, já o dissemos, podem, sem o sabermos ou sentirmos, estar passando <em>através de nós ou ao nosso lado</em>, com num espaço vazio; suas moradas e suas regiões interpenetram as nossas, sem perturbar com isso a nossa visão, porque ainda não possuímos as faculdades necessárias à sua percepção. No entanto, graças à sua visão espiritual, os Adeptos, e até alguns videntes e sensitivos, podem distinguir, em maior ou menor grau, a presença entre nós e a proximidade de Seres que pertencem a outras esferas de vida. Os que vivem nos mundos espiritualmente superiores só se comunicam com os mortais terrestres que, por seus esforços individuais, se elevam até o plano mais elevado que aqueles ocupam.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Qualquer outra humanidade (composta de seres <em>humanos diferentes</em>) não será chamada humana se seus componentes não tiverem duas pernas, dois braços e uma cabeça com feições de homem, se bem que a etimologia da palavra não pareça ter muita relação com o aspecto geral da criatura. Assim, enquanto a Ciência rejeita e menospreza até a simples possibilidade da existência de tais seres invisíveis (invisíveis para nós), a Sociedade, apesar de no intimo acreditar neles, troça abertamente da idéia. E acolhe com risos obras tais como “<em>O conde de Gabalis</em>”, sem atentar que <em>a sátira franca é a mais segura das máscaras</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">No entanto esses mundos invisíveis existem. Tão densamente povoados quanto o nosso, acham-se disseminados no espaço aparente em número incontável; alguns são muito mais materiais que o nosso próprio mundo; outros vão se tornando cada vez mais etéreos, até que perdem a forma e ficam com “sopros”. O não serem vistos pelos nossos sentidos físicos não é razão para que se descreia de sua existência. Os físicos não podem ver os seus átomos, o seu éter, os seus “modos de movimento” ou forças; e contudo os aceitam, e os incluem entre os seus ensinamentos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">No sabemos, graças às descobertas dessa mesma Ciência que tudo nega, que nos achamos rodeados por miríades de vidas invisíveis? Se os micróbios, as bactérias e os <em>tutti quanti</em> do infinitamente pequeno são invisíveis aos nossos olhos em razão de suas infinitas dimensões, não poderiam acaso existir, no pólo oposto, seres igualmente invisíveis em razão da contextura de sua matéria, ou, numa palavra, de sua tenuidade? O raio de sol que penetra em nosso aposento revela, em seu percurso, uma infinidade de indiferença de seres minúsculos, cuja vida fugaz se passa e chega ao fim na mais completa indiferença de que sejam ou não percebidos pelos nossos sentidos mais grosseiros. E o mesmo sucede com os micróbios, as bactérias e outros organismos semelhantes, também invisíveis, que povoam elementos diversos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Os homens viveram sem a noção da existência daqueles seres durante os longos séculos de triste obscurantismo, depois que o facho de saber dos sistemas altamente filosóficos dos pagãos deixou de projetar sua luz resplandecente sobre as épocas de intolerância e fanatismo de Cristianismo primitivo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E, contudo essas vidas nos redeavam <em>então</em>, como hoje nos redeiam. E trabalharam, obedientes a suas próprias leis; e só quando nos foram  pouco a pouco reveladas pela Ciência é que começamos a travar conhecimento com elas e com os efeitos que produzem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">***</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Helena P. Blavatsky , “A Doutrina Secreta” Vol. 2.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/claudiobastian.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/claudiobastian.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/claudiobastian.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/claudiobastian.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/claudiobastian.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/claudiobastian.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/claudiobastian.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/claudiobastian.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/claudiobastian.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/claudiobastian.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/claudiobastian.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/claudiobastian.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/claudiobastian.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/claudiobastian.wordpress.com/86/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=86&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Carl Sagan e o Planeta X dos Sumérios</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 23:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ufologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

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		<description><![CDATA[No livro de Carl Sagan escrito junto com sua esposa Ann Druyan de nome &#8220;O Cometa&#8221; onde eles afloraram a possibilidade de uma estrela invisivel, o corpo denominado como &#8220;A Estrela da Morte&#8221;, publicado em 1985. &#8220;A maior parte das estrelas do céu são membros da dupla ou múltipla estrelas sistemas. Em um típico sistema [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=72&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">No livro de Carl Sagan escrito junto com sua esposa Ann Druyan de nome &#8220;O Cometa&#8221; onde eles afloraram a possibilidade de uma estrela invisivel, o corpo denominado como &#8220;A Estrela da Morte&#8221;, publicado em 1985.<br />
<em>&#8220;A maior parte das estrelas do céu são membros da dupla ou múltipla estrelas sistemas. Em um típico sistema binário, duas estrelas separadas por vários AU (Unidades Astronomicas) estão fazendo um majestoso gravitacional Fandango. Muitas vezes as estrelas estão mais separadas. Em alguns casos, vemos duas estrelas gravitacionalmente vinculados um a outra, mas separadas por 10000AU. Pelo menos 15 por cento das estrelas no céu parecem ter uma estrela companheira a esta distância.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>A estrela mais próxima para o sistema Alpha Centauri, 4,3 anos-luz de distância, é uma estrela dupla com um terceiro sol, a companheira distante a chamada Alfa Centauri, à 10000AU das duas estrelas brilhantes.<br />
<span id="more-72"></span><br />
Muitas vezes, a estrela companheira é muito fraca, o que sugere que pode haver muitos ainda não descoberto, muitas sendo binárias. É possível que a maioria das estrelas na galáxia é tão fraca que os astrônomos chamam-lhes anãs marrons ou negras. A maioria dos companheiros pode ser distante do presente tipo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O sistema solar parece ser uma excepção. Nós não sabemos de qualquer companheira para o sol. Mas se não fôssemos uma excepção, se o Sol tinha um invisível estrela em uma órbita muito específicas e, em seguida, a extinção clockwork novamente pode ser entendida.&#8221;<br />
</em><br />
Sagan e Druyan, em seguida, vá para descrever como uma tal &#8216;invisível&#8217; estrela poderia ter uma órbita elíptica que ocasionalmente jostles os cometas na nuvem Oort e envia um mortal chuva de cometas como conhecemos. As anãs marrons elepticas orbita a cerca de 1,4-luz anos, chegando a uma posição periélio de 10000 AU. Mais interessante, eles passam a considerar como o marrom anão poderia ser a base de &#8220;primitivas&#8221; mitologia, criando um mito de uma escura irmã para o sol. Carl Sagan parece ter considerado a teoria Estrela Escura, em 1985, quando eu ainda estava na escola! No entanto, como temos visto, este assunto é altamente especulativo como um disparate. Sagan mantendo a sua reputação e a habilidade como um comunicador de conhecimento científico, fez bem como desfrutar de especulação, e que só serviu para aumentar cada vez sua posição aos olhos do público. Ele estava disposto a dizer o que os outros pensavam, e ele estava muito perdido.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele defendeu a sua inclusão deste material, desta forma:<br />
<em>&#8220;Um sol invisível a atacar a Terra com cometas parece delírio ou, na melhor das hipóteses, o mito. Mas a teoria é séria e respeitável, se altamente especulativa, na ciência, porque a ideia principal é testável: Você encontra a estrela e examina suas propriedades orbitais.&#8221;<br />
</em><br />
Eu não poderia concordar mais. Especulações sobre Planeta X, ou uma anã castanha na nuvem Oort, e sua conexão com o mito antigo, é uma hipótese testável e devem ser considerados científicos. Infelizmente, no alto da ciência, que geralmente não é pensado desta forma. Dr. Sagan estava à frente do seu tempo, não há dúvida sobre isso.</p>
<p style="text-align:justify;">A Voyager 1 foi enviado em seu caminho em 1977, um ano após o primeiro livro de Sitchin, &#8220;O 12° Planeta&#8221; saiu. É desfrutado espectacularmente bem sucedida turnê um dos planetas exteriores antes na posição no Cinturão Kuiper e além. Curiosamente, apesar de ter viajado por o plano da eclíptica ao encontro com os vários planetas exteriores, não continuou com esse espírito que ela deixou o planeta do sistema solar. Foi em ritmo de decolagem do avião, a subir em uma inclinação à eclíptica na direção do constelação Ophiuchus. Do mesmo modo, a Voyager 2 sofreu um semelhante, inexplicável voo fora do plano da eclíptica.</p>
<p style="text-align:justify;">No site &#8220;A missão Voyager&#8221; dá detalhes de seu destino, embora aquém da realidade a dizer-nos da seu estelar destino:<br />
<em>&#8220;A Voyager 1 completou seu planejado vôo do sistemas planetários Júpiter e Saturno, enquanto a Voyager 2, para além da seu próprio vôo perto de Júpiter e Saturno, completou o vôo perto dos restantes dois gigantes gasosos, Úrano e Neptuno.<br />
A Voyager 1 está escapando do sistema solar a uma velocidade de cerca de 3,5 UA por ano, 35 graus fora da eclíptica, num vôo para o norte, na direção geral do Solar Apex (a direcção do movimento do Sol em relação à vizinha estrela). Voyager 2 também escapou do sistema solar a uma velocidade de cerca de 3,1 UA por ano, 48 graus fora da eclíptica vôo para o sul.&#8221;<br />
</em><br />
Porque um vôo a 35 graus à eclíptica? Afinal, é sabido que a Pioneer 10 está a caminho Taurus, no plano da eclíptica. A final trajetória destas sondas aos planetas exteriores não foi certamente por acaso, caso não planejada. A sondas Voyager foi conduzida com sucesso em torno de outros planetas no sistema solar, de tal forma que eles estariam em curso para definir com precisão os planetas exteriores. Então, na parte final do percurso das suas viagens foram seguramente não na &#8220;volta dos deuses &#8220;, mas foram executadas similarmente com alguns conhecimentos prévios.</p>
<p style="text-align:justify;">Das quatro sondas enviadas para além Netuno, as duas sondas Pioneer, 10 e 11, manteve ao longo das trajetórias plano da eclíptica.</p>
<p style="text-align:justify;">A Voyager 1 escapou dos planetas para o norte, a Voyager 2 para o sul. Isto implica a antecipação das futuras descobertas de novos corpos planetários além de Netuno. Baseado na divulgação da rede de largura, como era o caso, a missão permitirá aos cientistas triangular a localização de um corpo maciço perturbadores.</p>
<p style="text-align:justify;">NASA deixa bem claro que as missões Voyager e Pioneer terminou há pouco tempo, quando completou seus passeios dos planetas exteriores. Há pouco contato entre a missão de controle sobre a Terra e as sondas agora bem distantes. Nesse sentido, suas missões não são estritamente acabadas, mas não há nenhum plano para experimentar e descobrir o Planeta X. No entanto, as perturbações na órbita trajetórias dos sondas Pioneer levantaram algumas questões, particularmente no que diz respeito à sua anômala &#8220;abrandar&#8221;. Trata-se de uma enorme pena que estas sondas não podem ser controladas com maior rigor, os seus restantes níveis energia a ser demasiado baixa para manter contato útil.</p>
<p style="text-align:justify;">Há outro aspecto interessante sobre estas sondas. A NASA incluiu um cartão magnetico a bordo a partir da Terra em cada sonda espacial. Dr. Sagan foi responsável na criação dessas mensagens a partir da Terra, e pergunto-me se o seu anterior interesse na antiga Suméria textos sobre o Anunnaki tiveram qualquer influência sobre o seu trabalho nesta área. Os críticos desta especulação pode referir-se a Sagan&#8217;s discussões de &#8220;pseudo-ciência&#8221; para indicar o seu desagrado geral de &#8220;ciência alternativa&#8221;. Na realidade, muitos na franja ciências consideram Dr. Sagan ter sido um líder fiel[verdadeiro]. A verdade é mais complexa.</p>
<p style="text-align:justify;">Surpreendentemente, alguns dos primeiros escritos de Carl Sagan diretamente dizem respeito à possibilidade de contato extra-terrestre em nosso passado distante. Dr. Sagan foi claramente muito mais de espírito aberto a essas possibilidades antes de seu trabalho sobre Voyager na anos 70. Em 1966 seu livro &#8220;Vida Inteligente no Universo&#8221;, co-escrito com I. Shklovskii Sternberg do Instituto Astronômico e Academia de Ciências Soviética, Sagan escreve o seguinte:<br />
<em>&#8220;Eu sinto que, se a civilização Suméria é representado pelos descendentes dos sumérios de seres de origem não humana, as legendas devem ser examinados atentamente. Não alegação de que o seguinte é necessariamente um exemplo de contato extraterrestre, mas é o tipo de lenda que merece estudo mais cuidadoso. Tomados pelo valor nominal, a legenda sugere que ocorreu contato entre seres humanos e de não-humano civilazados de imenso poderes às margens do Golfo Pérsico, talvez perto do local da antiga cidade de Eridu Suméria, no 4° milénio aC, ou mais cedo.&#8221;<br />
</em><br />
Sagan passa a descrever vários cilindros selos alusivos a Mesopotâmia dos deuses, e os laços com essas imagens em que os planetas do mesmo modo que Sitchin. Mas é preciso lembrar que esta análise de Carl Sagan foi publicado 10 anos antes de Zecharia Sitchin liberar o livro &#8220;O 12° Planeta&#8221;. Notavelmente, Sagan parece ter-se pré-excluídos Sitchin. Aqui, Sagan descreve sua análise do cilindro selos da enigmática Suméria:<br />
<em>&#8220;Sobre o cilindro selos tem as ilustrações, por essa razão geralmente desafiado as tentativas de compreendê-las em detalhe. Referem-se a outro material mitológico perdido&#8230; Em cada um, existe uma clara representação de algum objeto celeste &#8211; um círculo central, ou esfera, cercado por outros, geralmente pequenos círculos ou esferas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Na parte superior do lado esquerdo, ilustração da Figura 33-5, vemos que o círculo central é cercado por raios e pode ser claramente identificado como um sol ou estrela. Mas o que é que estão fazendo os outros objetos em torno de cada estrela? É natural, pelo menos, um pressuposto de que eles representam os planetas. Mas a ideia de planetas circulando sóis e estrelas é uma ideia que surgiu essencialmente com Copernicus &#8211; embora algumas especulações anteriores nesse sentido foram mencionados na Grécia antiga.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-73" title="Sumério" src="http://claudiobastian.files.wordpress.com/2009/01/sumerio1.jpg?w=450" alt="Sumério"   /></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O cilindro selo no canto superior esquerdo da Figura 33-5 mostra, curiosamente, nove planetas que circunda o destaque sol no céu (e dois pequenos planetas, ao largo de um lado). As outras representações de sistemas planetários, se nós podemos chamá-los assim &#8211; mostrar, notavelmente, uma variação no número de planetas por estrela. Em alguns selos do cilindro, uma estrela e planetas acompanham parecem estar associados a uma divindade específica.&#8221;<br />
</em><br />
Estas são claramente as mesmas imagens que Sitchin utilizou para desenvolver sua teoria, embora ele também é derivados de contos, com a sua especialização lingüística com cuneiforme script.</p>
<p style="text-align:justify;">Independentemente do conhecimento de Sagan no acompanhamento epopéias, sua análise parece aberto à idéia de que os sumérios tinham uma compreensão da mecânica celeste que desmentiu suas próprias origens primitivas.</p>
<p style="text-align:justify;">Sagan, parece ser particularmente tomados com a conta do polivalente professor Oannes, que trouxe para o conhecimento neolítico povos da região do Golfo Pérsico, uma vez por Berosus. Ele passa a oferecer um cenário de contatos com ET por base a longo prazo, intermitente &#8220;amostragem expedições à Terra, o que aumentou a freqüência de emergente Mankind. Sagan estava a considerar estas possibilidades por volta na década de 1960, e pode muito bem ter chegado a conclusões semelhantes as de Zecharia Sitchin. Se ele fez, ele não discutiu  às em público. Mas, para ter as virtudes do antigo astronauta, hipótese teríamos definir sua carreira científica com volta significativamente. Sagan foi claramente aberta à idéia de que extra-terrestres tinham visitado o nosso mundo no passado, e estavam contactáveis. Este quadro de referência pode contribuir para a sua inclusão na Voyager, especialmente no que diz respeito aos comunicados à inteligência ET realizadas pela sonda. A chapa &#8216;tendo representação simbólica e informações sobre a raça humana, na Pioneer 10 parece ter sido o cérebro de criança &#8211; Richard Hoagland e Eric Burgess, em 1971, que depois passou a idéia sobre a Carl Sagan.</p>
<p style="text-align:justify;">É um pensamento que a intrigante Voyager 1 e 2 poderão encontrar-se escondidas em uma vinda no nosso próprio sistema planetário, cometa nuvem além Netuno. Pergunto me[...] o que o tornaria assunto de Anunnaki nessa sonda? Com a sua placa para ET concebida pelo Dr. Carl Sagan. Aqui ele descreve o seu conteúdo:</p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Assim, como cada Voyager saiu da Terra para os planetas e as estrelas, é efetuada com ela um fonógrafo dourado de registro incorpado em ouro, espelhado, entre outras coisas: saudações em 59 línguas humanas&#8230; 116 imagens codificadas, sobre a nossa ciência, a nossa civilização, e nós próprios, e 90 minutos dos maiores sucessos do mundo &#8230; &#8220;<br />
</em><br />
Por exemplo, tem sido apontado que o primeiro idioma listado entre os 55 idiomas utilizados na Voyager pelo fonógrafo, para oferecer no mundo galáctico saudações aos ocupantes de um interceptor de espaçonave, é nada mais nada menos que Suméria. É verdadeiro que é conhecida a primeira linguagem escrita de nossa espécie, mas porque incomoda a incluí-la em tudo? Há milhares de anos que não à utiliza. Suspeito que a mesma mensagem escrita em 55 línguas na Voyager fonógrafo agiria como um &#8220;Pedra de Rosetta&#8221;, permitindo a intercepção civilização a oportunidade de compreender o mundo de várias línguas. Claro, eles têm de compreender um deles já. A inclusão da Suméria como a primeira língua pode ser por isso mesmo, proporcionando um linguagem chave para a compreensão dos modernos idiomas humanos. Isto pressupõe que os Anunnaki iria interceptar Voyager 1, uma vez que chefes inexoravelmente para Nibiru. Eles teriam que ter conhecimento em primeira mão da lingua Suméria, mas isso não é uma hipótese pouco razoável dado o seu dom da alegado conhecimento para esta primeira civilização na Terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra interessante inclusão entre as primeiras Voyager, para os deuses é a fotografia do espaço do Egipto, o Nilo e da Peninsula do Sinai, cortesia da NASA. Dada a importância desta área geográfica para a Anunnaki, então, esta inclusão parece notavelmente coincidência. Sitchin tem frequentemente descrito como a Península do Sinai área utilizada para a Anunnaki de foguetes, e os monumentos do Egito como montanhas artificiais concebidas para ajudar a ponto-piloto, a abordagem essa área a partir do espaço. Portanto, de todas as partes da Terra, isto é, de longe, o mais importante para os estrangeiros Anunnaki.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez este seja apenas uma coincidência. Não obstante, se a missão Voyager 1 se incluir esses dados som essa finalidade e, em seguida, foi construída a partir da Suméria material textual, reconhecida por Sagan, tão importante para trás na década de 60. Mais uma vez, esta foto tem sido incluída entre muitos escolhidos aleatoriamente a partir de imagens da Terra, uma tática presumivelmente utilizados para ocultar a importância desta escolha entre os governantes sobre a Terra.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-74" title="NasaLogo" src="http://claudiobastian.files.wordpress.com/2009/01/nasalogo.gif?w=450" alt="NasaLogo"   /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>NASA &#8211; Planetary Data System</strong><br />
Holger Isenberg salientou a representação de um cometa vermelho ardente sobre um dos logotipos da NASA. Este logotipo, para o Planetary Data System, apresenta um cenário de planetas estilística entre as quais está presente anômala um cometa vermelho. Tem um planeta disco de tamanho, e seria, certamente parece ser um pouco estranho cometa. Agora, poderia simplesmente colocar este cometa baixo para certificar a arte do criador do emblema, mas a informação acima, baseado nesse texto, tende a colocá-lo em um diferente contexto.</p>
<p style="text-align:justify;">O número de planetas ilustrado sobre o emblema é de 11, incluindo o vermelho cometa como um  planeta. Aplicando o panteão dos planetas descritos pelos sumérios, temos os 9 planetas do Sistema Solar, a Lua da Terra e o cometa vermelho. O Sol no fundo faz com que o total de até 12. Desde já sabemos que Nibiru é o vermelho, e tem uma cometada órbita e, em seguida, esta representação se torna facilmente compreensível. O logotipo, por si só, dá a impressão de uma concepção moderna versão do famoso cilindro selo da Suméria mostrando os planetas do Sistema Solar.<br />
Mesmo a ordem dos planetas em torno do Sol parece aproximar de um acordo, Masuma pergunta; se o desenhista do logotipo tinha essa imagem em mente?<br />
*[Atualmente a foto do PDS é outra]</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Contato</strong><br />
Carl Sagan foi, evidentemente, o autor do romance best-sellers de ficção científica, &#8220;Contato&#8221;, e foi feito com sucesso em um filme pela Warner Brothers, com Jodie Foster. Envolvidas A história da SETI (Busca por extra-terrestres Intelligence) acompanhamento da banda de rádio inteligente sinais a partir do espaço. Um sinal é apanhada de Vega (na direção do Solar Apex), e leva à realização de que não estamos sozinhos. O romance assume uma dimensão espiritual para o final, e não ao contrário de filme &#8220;2001: Space Odyssey &#8220;, por Arthur C. Clarke.</p>
<p style="text-align:justify;">O romance de Sagan contém numerosas citações e referências de textos antigos. Existem múltiplas referências a diferentes ideias e as tradições religiosas, mesmo OVNI&#8217;s, mas há uma sub-corrente no que diz respeito à importância da Babilônia. Um dos personagens centrais, Senhor Hadden , é quase obsessiva sobre a antiga religião da Mesopotâmia caldeus, e este tem a dizer sobre Vega, no contexto da busca de Gilgamesh da vida imortal:<br />
<em>&#8220;É na parte superior da Ziggurat, você sabe, que os reis iria para receber instruções dos deuses. Especialmente a partir de Anu, deus do céu. Pela maneira, eu olhei o que eles chamavam Vega. Foi Tiranna, a vida do céu. É uma coisa engraçada para chamá-lo.&#8221;<br />
</em><br />
Porque é que é uma &#8220;coisa engraçada para chamá-lo?<br />
Provavelmente, devido à descoberta da vida no sistema Vega feita no romance. Mas esta é uma dica sobre o conhecimento prévio realizado pela caldeus? No contexto da &#8220;Epopéia de Gilgamesh&#8221;, esta analogia se torna mais importante ainda. Achou Gilgamesh procura a &#8220;Life of Heaven&#8221; na direcção da estrela Vega, perto do Solar Apex e do afélio localização de Nibiru? A interpretação geral da &#8220;Epopéia de Gilgamesh&#8221; é que ela descreve uma viagem terrestre para uma longínqua terra onde Gilgamesh encontra o herói do Flood, Utnapishtim, na &#8220;Terra da Vida&#8221;. Nós vamos olhar para este mito de forma mais pormenorizada nos próximo capítulos, mas Sagan nos deixou uma tentativa de ligação entre Vega e da &#8220;Terras de nossos Céus&#8221;. Isso não é tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o final de filme &#8216;Contato&#8217;, o deputado cryogenically congela o Hadden para um &#8220;sarcófago voador&#8221; pelo espaço interestelar. Este espaço funciona como o seu veículo móvel túmulo e é chamado Gilgamesh! Sagan não descreveu o seu verdadeiro destino, mas recebeu a mensagem de Vega, pode ser uma pista para Sagan da direção desta idéia. Onde mais escolheria Hadden, afinal? Vega é a única estrela onde a vida tinha sido confirmada a existir. Notavelmente, Hadden do pensamento processos envolvidos intercepção por extra-terrestres &#8220;entre as estrelas&#8221;, que seria então &#8220;ressuscitá-lo de seu sono criogênico:<br />
<em>&#8220;Ou o seu funeral seria interceptados na escuridão entre as estrelas, e outros seres &#8211; muito avançado, muito perspicaz &#8211; levaria a bordo do sarcófago e saber o que tinha de ser feito.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Então Sagan está descrevendo um voador sarcófago &#8220;chamado Gilgamesh &#8220;, presumivelmente em direção a Vega, que está a ser interceptada por &#8220;extra-terrestres&#8221; localizadas na escuridão entre as estrelas. Este, em seguida, cria as condições físicas para &#8220;Ressurreição&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-75" title="Sagan" src="http://claudiobastian.files.wordpress.com/2009/01/saganpic1.jpg?w=450" alt="Sagan"   /></p>
<p style="text-align:justify;">Também é interessante notar que Sagan é visto fotografado em frente a um &#8220;Winged Planet&#8221;, esse motivo de está no interior da capa dura da versão do livro &#8220;Contato&#8221;. Porque o desejo de Sagan de está  associado a esta antiga forma de simbolismo, especialmente em um livro sobre os primeiros contactos na corrida de achar os extra-terrestre? Novamente, isso parece ser uma dica simbólico em sua compreensão da antiga mitologia, um interesse que ele não ousou revelar abertamente, dado o grande preconceito contra esses &#8220;herético conhecimentos na comunidade científica em geral&#8221;. Há muitas maneiras de colocar uma mensagem. Para os olhos do público, os cientistas são cuidadosos para não sucumbir à tentação da especulação.</p>
<p style="text-align:justify;">Na nota do autor de &#8220;Contato&#8221;, Sagan presta uma homenagem, entre outros,a quem ele co-escreveu &#8220;Vida Inteligente no Universo&#8221; em 1966. Ele será um círculo completo. Ele observa também que a idéia de &#8220;Contato&#8221; tinha sido desenvolvido com a sua esposa, Ann Druyan, logo em 1980-81, que precedem seu livro &#8216;Cometa&#8217;. Quando este trabalho ficção é posto em contexto com Sagan&#8217;s envolvimento com a missão Voyager, a sua &#8216;Estrela da Morte&#8217; com a teoria sobre uma hipotética correlação entre mito antigo e o potencial da existência de uma anã marrom na nuvem de Oort, e seus primeiros escritos sobre o cilindro selos da Suméria, então podemos ver emergir um padrão definido.</p>
<p style="text-align:justify;">Dr. Sagan pode muito bem ter considerado muitas das idéias neste livro bem antes da década de 1960! Sua maravilhosa capacidade de comunicar conhecimento foi posto ao bom uso, e os sub-texto é claro. Mentir a nossa origem extra-terrestre para o Solar Apex no cometa da nuvem Oort.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-76" title="Encyclopaedia" src="http://claudiobastian.files.wordpress.com/2009/01/encyclopaedia_entry.jpg?w=450" alt="Encyclopaedia"   /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Voyager 2 descobre novas anomalias</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-77" title="voyagershock" src="http://claudiobastian.files.wordpress.com/2009/01/voyagershock.jpg?w=450&#038;h=601" alt="voyagershock" width="450" height="601" /></p>
<p style="text-align:justify;">A forma da heliopausa na borda do sistema solar tem uma inesperada distorção. Este foi descoberto pela sonda Voyager 2, que encontrou a heliopausa 76 unidades astronómicas, muito mais estreita do que o esperado. A implicação é que a própria é heliopausa grosseiramente distorcida. Voyager 2 está se dirigindo para fora do sistema solar com uma inclinação de 48 graus à eclíptica, no sul do hemisfério celeste. Parece provável para mim que esta distorção tem algo a ver com a Estrela Escura. Nesse caso, nós podemos ver uma aproximação com a realização da sua posição no céu. Se assim for, não é no sentido pessoal, eu tinha esperado, mas o que conta para muito pouco. O ponto é que podemos estar muito perto agora para a descoberta do Sol, a companheira binária.</p>
<p style="text-align:justify;">O limite exterior do sistema solar é distorcida como se ele foi perfurado por baixo. A prova vem da nave espacial Voyager 2, da NASA, que está prestes a atravessar a fronteira interna, mesmo que esteja mais próximo do Sol do que a sua nave gêmea, foi quando ele atravessou em 2004 &#8230; A Voyager 2 é de 1,3 mil milhões de quilômetros mais perto do Sol que a Voyager 1, foi quando ele cruzou o choque no hemisfério norte, em Dezembro de 2004 (New Scientist, 28 maio 2005, p 15). Isto sugere que o termo choque foi desviada para dentro no hemisfério sul.</p>
<p style="text-align:justify;">Investigadores científicos analisando os dados enviados de volta a partir de Voyagers 1 e 2 consideram esta anomalia a ser devido a um campo magnético interestelar. Embora muito fraco, eles poderiam ser extensa o suficiente para proporcionar esta grande, e inesperada, discrepância, alegam. Pode-se ser explicada essa tão grande anomalia? Poderíamos argumentar que, se o campo magnético interestelar era realmente capaz de provocar um efeito tão grande, porquê os cientistas não teriam sido capazes de prever nos dados nas voltas anteriores?</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-78" title="heliopause" src="http://claudiobastian.files.wordpress.com/2009/01/heliopause3.jpg?w=450&#038;h=302" alt="heliopause" width="450" height="302" /></p>
<p style="text-align:justify;">Não, esta é uma descoberta inesperada, e leva um suspeito à causas inesperadas. A presença do campo magnético de uma companheira binária solar parece e muito em uma explicação plausível. É uma pena que existem apenas 4 pontos de dados potencialmente disponíveis para mapear a heliopausa; as duas naves espaciais Voyager, e os dois pioneiros. Muitos irão lembrar que a nave espacial Pioneer tem sido progressivamente abrandar, outro evento inesperado. Eles estão a seguir o plano da eclíptica como a saída do sistema solar. O mesmo efeito não parece de ter sido assinalado com as Voyagers. Talvez no caso da Voyager 2 é porque a nave espacial está caminhando para a Estrela Escura?</p>
<p style="text-align:justify;">***</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: http://www.darkstar1.co.uk/</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/claudiobastian.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/claudiobastian.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/claudiobastian.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/claudiobastian.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/claudiobastian.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/claudiobastian.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/claudiobastian.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/claudiobastian.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/claudiobastian.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/claudiobastian.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/claudiobastian.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/claudiobastian.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/claudiobastian.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/claudiobastian.wordpress.com/72/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=72&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A Lenda da Flor de Lótus</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 14:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ocultismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. - Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva &#8211; disse [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=68&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra.</p>
<p style="text-align:justify;">- Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva &#8211; disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza.</p>
<p style="text-align:justify;">- É verdade &#8211; disse o ar. &#8211; É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade.</p>
<p style="text-align:justify;">- Não te queixes &#8211; disse a água &#8211; pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar &#8211; disse a terra &#8211; pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço.<span id="more-68"></span></p>
<p style="text-align:justify;">- Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos &#8211; tornou a dizer o fogo &#8211; com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! Como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram:</p>
<p style="text-align:justify;">- E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? &#8211; A idéia pareceu digna de experiência.</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu porei as melhores forças de minhas entranhas &#8211; disse a terra &#8211; e alimentarei suas raízes.</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu porei as melhores linfas de meus seios &#8211; disse a água &#8211; e farei crescer sua haste.</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu porei minhas melhores brisas &#8211; disse o ar &#8211; e tonificarei a planta.</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu porei todo o meu calor &#8211; disse o fogo &#8211; para dar às suas corolas as mais formosas cores.</p>
<p style="text-align:justify;">Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio &#8211; quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do Poder Criador &#8211; para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tomou também o &#8220;Dia da Paz&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align:justify;">Lenda Budista.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da vitória-régia) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia, principalmente).</p>
<p style="text-align:justify;">Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas. No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.</p>
<p style="text-align:justify;">Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.<br />
A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com sua posição relativa e relação mútua.</p>
<p style="text-align:justify;">Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chacras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas corresponde às suas funções.</p>
<p style="text-align:justify;">O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor do lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo suas flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram &#8211; do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência Iluminada (bidhicitta), a incomparável jóia (mani) na flor de lótus (padma). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana.</p>
<p style="text-align:justify;">Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um Iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara.</p>
<p style="text-align:justify;">A semente da Iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os Iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.</p>
<p style="text-align:justify;">A semente de Lótus pode ficar mais 5.000 anos sem água, somente esperando a condição ideal de umidade pra germinar. Ela nasce na lama e só se abre quando atinge a superfície, onde só então mostra suas luminosas e imaculadas pétalas, que são autolimpantes, isto é, têm a propriedade de repelir microrganismos e poeiras. É também a única planta que regula seu calor interno, mantendo-o por volta de 35º, a mesma temperatura do corpo humano. O botão da flor tem a forma de um coração, e suas pétalas não caem quando a flor morre, apenas secam.</p>
<p style="text-align:justify;">***</p>
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<p style="text-align:justify;">
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		<title>O Mapa do Criador</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 18:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um mapa com 120 milhões de anos descoberto na Rússia pode mudar nossa compreensão sobre a história da humanidade. Uma descoberta teoricamente impossível foi realizada em 1999 por cientistas da Universidade Estadual Bashkir, Rússia: uma placa de pedra branca que contêm evidências conclusivas da existência de uma antiga civilização altamente desenvolvida. Essa placa contem um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=63&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Um mapa com 120 milhões de anos descoberto na Rússia pode mudar nossa compreensão sobre a história da humanidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma descoberta teoricamente impossível foi realizada em 1999 por cientistas da Universidade Estadual Bashkir, Rússia: uma placa de pedra branca que contêm evidências conclusivas da existência de uma antiga civilização altamente desenvolvida. Essa placa contem um mapa com detalhada e perfeita imagem em relevo somente possível de ser produzido com tecnologia atual. Esse mapa tridimensional de origem desconhecida nos mostra um sistema de canais com aproximada 12.000 km de extensão, barragens,  enormes represas, fundações em formato de diamante de uso indefinido e múltiplas inscrições em forma de hieróglifos!<span id="more-63"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pistas</strong></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Quanto mais aprendo, quanto mais realizo mais compreendo que não conheço nada&#8221;, disse o professor da Universidade de Bashkir, Alexander Chuvyrov. Em 1995, ele e um estudante chinês pós-graduado, estudavam a hipótese de uma possível corrente migratória da China para o território da Sibéria e Ural. Numa expedição para Bashkiria, eles encontraram várias rochas com entalhes feitos numa antiga língua chinesa. Estes achados confirmaram a hipótese dessa corrente migratória chinesa. As subscrições lidas continham em sua maioria informações sobre trocas, pactos, casamentos e registros de óbitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Foi durante essas procuras que foram encontradas em arquivos do governador-geral de Ufa, notas datadas dos séculos 18 e inicio do 19, relatando a existência de aproximadamente 200 placas de pedras brancas &#8220;incomuns&#8221; localizadas próximo da Vila de Chandar, região de Nurimanov. Chuvyrov e seu colega chinês imediatamente concluíram que essas placas poderiam estar relacionadas com os migrantes chineses. Isso motivou os cientistas a realizarem expedições para localizar essas placas de pedras.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pesquisando</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em 1998, depois de ter recebido autorização do governo e formado um time com seus estudantes, Chuvyrov início os trabalhos de pesquisas sobrevoando a região com helicópteros, começando por lugares onde as placas supostamente deveriam estar localizadas. Nas primeiras duas semanas nada foi encontrado. Desapontado, na ocasião, Chuvyrov disse: &#8220;&#8230;estou começando a pensar que essas placas são meras lendas&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Encontrando</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Na terceira semana Chuvyrov visitou Vladimir Krainov &#8211; ex-presidente do conselho local de agricultura da vila de Chandar, próximo da cidade de Ufa -, tido como um grande conhecedor da região. Na casa de Krainov, mesmo surpreso com a presença do pesquisador e arqueólogo russo, Schmidt, foi direto ao assunto e perguntou se sabia algo sobre algumas placas de pedras brancas. A resposta que obteve era a que menos esperava: &#8220;Não só sei como tenha uma dessas ‘estranhas&#8217; placas aqui mesmo em meu quintal&#8221;. Seu primeiro pensamento foi de estarem brincando com ele. &#8220;Não levei isso muito a sério no primeiro momento, mas como suas fisionomias continuavam sérias, decidi ir ao quintal e acabar com aquela brincadeira&#8221; &#8211; recorda-se Chuvyrov. &#8220;Me lembro daquele dia claramente: 21 de Julho de 1999. Embaixo da varanda da casa do Vladimir estava uma das placas que tanto procurava!. A placa era tão pesada que três pessoas juntos não puderam movê-la. Fui então à cidade de Ufa pedir ajuda&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a ajuda recebida de Ufa e de outros grupos de pesquisa que chegaram à pequena vila depois da notícia que Chuvyrov havia encontrado uma das placas, a pedra foi cuidadosamente retirada do local &#8211; usando-se um rolo de madeira revestido de plástico para não danificá-la &#8211; e transportada à universidade de Bashkiria para investigações e estudos. Essa placa de pedra recebeu o nome de &#8220;pedra de Dashka&#8221;  &#8211; em honra à neta de Alexander Chuvyrov nascida um dia antes deste acontecimento.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Análises, estudos e pesquisas</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Uma semana depois, com a equipe de cientistas ampliada e todos equipamentos no local,  iniciaram os trabalhos. Após a primeira surpresa dos pesquisadores com o peso (987 Kg) e dimensões (148cm de comprimento, 106 de largura e 16 de espessura) a perplexidade dominou o ambiente quando, após a cuidadosa limpeza da pedra, um mapa em releve extremamente bem elaborado começou a aparecer! Os cientistas não podiam acreditar no que viam&#8230; &#8220;Á primeira vista, &#8211; disse Chuvyrov &#8211; compreendíamos que aquilo não era um simples pedaço de pedra, mas sim um mapa real. Não um simples mapa, mas um mapa tri-dimensional&#8221;&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Mas as surpresas não pararam por ai. A equipe, mais uma vez ampliada com o ingresso de especialistas russos e chineses nas áreas de cartografia, geologia, química e língua chinesa antiga, determinou com precisão que o mapa &#8211; em exata escala de 1:1×1km &#8211; dessa placa da pedra era  da região de Ural, com os rios Belya, Ufimka e Sutolka. &#8220;Identificamos a altitude de Ufa &#8211; sendo o Canyon de Ufa o ponto chave de nossas provas &#8211; porque conduzimos estudos geológicos e encontramos o seu rastro onde ele estaria de acordo com o mapa antigo. O deslocamento do canyon aconteceu por causa das placas tectônicas que moveram-se do leste&#8221;. Em coletiva à imprensa Alexander Chuvyrov disse: &#8220;Vejam este ponto, aqui é o Canyon de Ufa &#8211; a fratura da crosta terrestre, estendida de cidade de Ufa até a cidade de Sterlitimak. No momento, o Rio Urshak corre pelo antigo canyon&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hieroglíficos silábicos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Inicialmente os cientistas trabalharam com a hipótese desse mapa ter alguma coisa a haver com o chinês antigo, por causa das inscrições verticais no próprio mapa &#8211; Tipo de escrita parecida era usada em chinês antiga antes do século 3. Para chegar esse suposição os chineses que participavam da equipe pesquisaram a questão e o próprio Chuvyrov visitou a Biblioteca Imperial Chinesa, mas nenhum deles descobriram escrita idêntica ou mesmo similar àquela encontrada na placa. Depois de encontrar seus colegas da Universidade de Hunan, Chuvyrov desistiu completamente da hipótese sobre &#8220;Os indícios chineses&#8221;. O cientista concluiu que aquela porcelana que cobria a placa jamais foi usada na China. Embora todos os esforços em decifrar as inscrições tenham sido infrutíferos, foi descoberto que a escrita continha caracteres hieroglíficos-silábicos. Chuvyrov, porém, acredita que pelo menos parte da escrita do mapa tenha sido decifrada: &#8220;a latitude e a longitude que coincidem precisamente com a da cidade de Ufa&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estruturas geológicas</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As estruturas geológicas da placa consiste de três camadas: A base tem 14cm de espessura, feita de sólida dolomita. A segunda camada é a mais interessante &#8211; é &#8220;feito&#8221; de vidro de Diopsídio; a tecnologia para o seu manuseio é desconhecida pela ciência moderna! E a terceira camada tem 2mm de espessura e consiste de porcelana de cálcio protegendo o mapa contra danos!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Máquina de precisão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Deve ser observado &#8211; diz o professor &#8211; &#8220;que o relevo não foi feito manualmente por um escultor de pedra antigo. Isto simplesmente é impossível. O desenho dessa pedra foi ‘feito&#8217; por uma máquina. Fotografias de raios-x mostram que mecanismos de alta precisão foram usados para trabalhar essa pedra&#8221;&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Obras gigante</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quanto mais se estudava a placa, mais mistérios apareciam: um gigante sistema de irrigação pode ser visto. Além dos rios, há dois sistemas de canais com 500 metros de largura, 12 represas, 300-500 metros de largura, aproximadamente 10km de distâncias por 3km de profundidade, cada. As represas aparentemente ajudavam transportar a água de uma lado ao outro. Segundo cálculos realizados nesse mesma universidade, para construir as obras vistas nesse mapa seriam necessário remover mais de 1 quatrilhão de metros cúbicos de terra! Fazendo uma comparação desse sistema de irrigação, os canais de Volga-Don mais parecem um risco no relevo de hoje. Segundo o professor Chuvyrov, mesmo hoje a humanidade pode construir apenas uma pequena parte do que esta desenhado no mapa!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Idade da placa</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Foi difícil determinar uma data aproximada para a placa. Inicialmente foi analisada por radio carbônico e depois os níveis da placa foram escaneados com um cronômetro de urânio; apesar disso os investigadores mostraram diferentes resultados e a idade da placa permaneceu indefinida. No entanto, enquanto examinavam a pedra, duas conchas foram encontradas em sua superfície. A idade delas: Navicopsina munitus, da família Gyrodeidae, com 50 milhões de anos ; e, Ecculiomphalus princeps, da família Ecculiomphalinae, com 120 milhões de anos! A princípio estas datas foram aceitas como uma &#8220;versão de pesquisa&#8221;. Os cientistas supõem que a segunda é a data correta. O Dr. Cruvyrov diz que o mapa pode ter sido criado na tempo em que o pólo magnético da terra situava-se na área atual terra de Franz Josef, o que significa aproximadamente 120 milhões de anos atrás&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Perguntado como teria sido possível nossos ancestrais construíem um mapa tridimensional, o professor Chuvyrov disse: &#8220;&#8230;não temos a mínima idéia, somente suposições. O que sabemos é que esse mapa está além da percepção da humanidade atual; precisamos de um longo tempo para se acostumar com isso. Nós nos acomodamos ao nosso milagre. Primeiro nós achamos que a pedra tinha 3.000 anos. Só que a idade foi aumentando gradualmente, até que nós identificamos as conchas cravadas na pedra. Quem desenhou esse mapa provavelmente usou essa padra com as conchas já encrustradas nela&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mapa de navegação aérea?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Qual poderia ser o objetivo do mapa? Esta é de certo uma das dúvidas mais interessante. Materiais do achado Bashkiria também fora analisados e estudados no Centro de Cartografia Histórica em Visconsin, USA. Os americanos ficaram perplexos com o achado. De acordo com essas análises e estudos um mapa tridimensional como esse (da pedra de Dashka) só poderia ter um objetivo:navegação aérea. E mais, só poderia ter sido construído via pesquisa aérea!</p>
<p style="text-align:justify;">Somente agora, no início do século 21, é que Estados Unidos iniciaram a criação de um mapa mundial em três dimensões como esse descoberto na Rússia; e mesmo assim esse projeto só será concluído em 2010. A dificuldade maior é a necessidade de milhões de cálculos para fazer um mapa tridimensional. Mesmo usando dezenas de super computadores e milhares de imagens aéreas de alta precisão é um trabalho lento, cobrindo pequenas áreas de cada vez. &#8220;Tente mapear no mínimo uma montanha! &#8211; comenta Chuvyrov.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qual origem desse mapa?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Perguntado ‘quem então criou esse mapa?&#8217;, o professor Chuvyrov, enquanto falava sobre cartografias desconhecidas, foi cuidadoso: &#8220;Eu não acredito em extraterrestres. Porque não chamar o autor do mapa simplesmente de ‘O criador&#8217;&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Aparentemente quem viveu e construiu naquela época usou apenas meios de transporte aéreos: Não existe estradas no mapa. Há ainda a hipótese de que os autores desse mapa não viviam lá, apenas preparavam o lugar para uma futura colonização, drenagem água, construíndo barragens e fundações em forma de diamantes naquelas terras. Essa parece ser a mais provável versão; porém, nada pode ser declarado como definitivo por enquanto. Por que não assumir que os autores pertenciam à uma civilização que tenha existido antigamente?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Apenas uma parte</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As investigações desse mapa traz uma descoberta atrás da outra. Agora os cientistas têm certeza de que esse mapa é apenas um fragmento de um grande mapa da Terra. De acordo com algumas hipóteses, há um total de 348 fragmentos como esse. Os outros fragmentos podem estar provavelmente em algum lugar perto de lá. Nas margens de Chandar, cientistas da equipe do professor Chuvyrov colheram 400 amostras de solo e levantaram a hipótese do mapa inteiro ter existido no desfiladeiro da Montanha Sokolinaya &#8211; Montanha do Falcão.</p>
<p style="text-align:justify;">Baseado na escala e área geográfica do mapa encontrado os cientistas formaram um mosaico nos mostrando os outros 347 espaços vazios que, junto com o único fragmento descoberto até agora, nos mostra um mapa mundi com aproximadamente 340 x 340m.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Informações &#8220;Reservadas&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Inicialmente o governo Russo divulgou informações sobre esse achado e resumos com resultados de muitas pesquisas realizadas na &#8220;Pedra de Dashka&#8221;, inclusive em quatro Congressos internacionais como o título &#8220;Mapa da Engenharia Civil de uma Civilização Desconhecida do Sul de Ural&#8221;. Porém, a partir de maio de 2001, informações antigas e especialmente as mais recentes referentes à resultantes das novas pesquisas, testes e estudos dessa placa de pedra foram classificadas como &#8220;reservadas&#8221;, e saíram do domínio público.</p>
<p style="text-align:justify;">***</p>
<p style="text-align:justify;">Por Stepan Krivoskeyev &amp; Dmitry Plenkin, jornalistas russos</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Notas</strong></p>
<p style="text-align:justify;">1. Esta matéria foi publicada originalmente em três versões pelo jornal Pravda: Versão completa em 19/03/02, versão completa e atualizada em 30/04/02 &#8211; da qual esta tradução foi baseada, e versão resumida em 28/07/02.</p>
<p style="text-align:justify;">2. Traduções: Russo para Inglês &#8211; Vera Solovieva e Inglês para Português &#8211; Antônio Carlos</p>
<p style="text-align:justify;">
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/claudiobastian.wordpress.com/63/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/claudiobastian.wordpress.com/63/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/claudiobastian.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/claudiobastian.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/claudiobastian.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/claudiobastian.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/claudiobastian.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/claudiobastian.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/claudiobastian.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/claudiobastian.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/claudiobastian.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/claudiobastian.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/claudiobastian.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/claudiobastian.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/claudiobastian.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/claudiobastian.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=63&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Centro do Mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 17:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

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		<description><![CDATA[La ‘Cueva de los Tayos&#8217; é uma gruta gigantesca que se encontra na amazônia equatoriana, da qual teria sido saqueado um valioso tesouro no passado. Antiga placa encontrada no Equador &#8211; coleção do Padre Carlos Crespi. Décadas atrás foram descobertas no seu interior algumas misteriosas lâminas de ouro contendo gravações que faziam referência a uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=59&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La ‘Cueva de los Tayos&#8217; é uma gruta gigantesca que se encontra na amazônia equatoriana, da qual teria sido saqueado um valioso tesouro no passado.<br />
Antiga placa encontrada no Equador &#8211; coleção do Padre Carlos Crespi.</p>
<p style="text-align:justify;">Décadas atrás foram descobertas no seu interior algumas misteriosas lâminas de ouro contendo gravações que faziam referência a uma antiga e avançada civilização amazônica.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje em dia, poucos sinais restaram desse tesouro arqueológico. No entanto a revista espanhola ‘Más Allá&#8217; encontrou algumas pistas surpreendentes sobre o que pode ser o Centro do Mundo!</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1972, o escritor e investigador suíço Eric Von Daniken divulgou a descoberta feita em julho de 1969 pelo estudioso húngaro Janos Moricz, sobre um complexo de túneis em labirinto e salas subterrâneas.  Essas construções encontram-se na região amazônica equatoriana chamada Morona-Santiago e são conhecidas pelo nome de  Cueva de los Tayos (Caverna dos Tayos). Diz-se que estes túneis se estendem a milhões de quilômetros abaixo do solo de todo o continente americano, possuindo várias entradas secretas.<span id="more-59"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Moricz localizou numa das salas secretas de uma dessas cavernas um deposito com algumas lâminas de ouro, cujas superfícies estavam cobertas por  gravações e hieróglifos que poderiam conter a verdadeira história da humanidade e os conhecimentos avançados de uma civilização perdida.</p>
<p style="text-align:justify;">O segredo dos Tayos mostrava semelhança de cores com as tintas bíblicas, iguais às dos livros &#8220;revelados&#8221; através entidades espirituais e extraterrestres. Mas, lamentavelmente o investigador húngaro levou para a tumba em 1991, o segredo da localização das misteriosas lâminas de ouro.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1982 apareceu uma preciosa coleção de peças inquietantes para a arqueologia oficial, que se encontravam sob a proteção do padre Carlos Crespi Croci, um salesiano da Itália. Depois de sua morte, algumas delas foram vendidas ao Banco Central do Equador, contudo, das placas de ouro e outras obras nunca mais se teve notícia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Os Mórmons</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O já falecido montanhista e espeleólogo argentino Julio Goyen Aguado é outra pessoa chave nesta intrincada história. Ele era um amigo muito próximo de Moricz e participou da expedição anglo-equatoriana de 1976 a Cueva de los Tayos, na qual estava presente o astronauta americano Neil Amstrong, o primeiro homem a pisar na Lua.</p>
<p style="text-align:justify;">Aguado revelou ao biólogo argentino Javier Stagnaro, entrevistado pela revista ‘Mas Allá&#8217; em Buenos Aires, que o herói do espaço era considerado um seguidor vivo  de um elevado personagem dos Mórmons, que financiaram secretamente uma parte da empresa.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Os Mórmons estavam convencidos de que na província de Morona &#8211; Santiago estariam ocultas as misteriosas placas de ouro que seu profeta Joseph Smith recebeu do anjo Moroni&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Existe uma lenda que circula entre eles, dando conta de que as placas voltariam a aparecer um dia, em algum lugar da Cordilheira dos Andes. E a coincidência foi perfeita, o topônimo Morona é parecido com o de Moroni, o &#8220;Anjo revelador&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Não temos notícias ainda do que a expedição anglo-equatoriana, constituída por 150 membros, poderia ter encontrado. Entre eles, estavam muitos militares de ambas nações.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns, asseguram que eles encontraram as placas e as levaram secretamente do Equador. Mas existe outra versão: ao que parece o próprio Goyen Aguado teria sido encarregado de despistar os próprios expedicionários, levando-os sempre para mais distante e afastando-os da espetacular sala onde supostamente estariam escondidas as placas de ouro. Tudo fora feito por indicação de Janos Moricz que, devido a um desentendimento com o líder escocês Stanley Hall, não tendo aceitado suas condições, decidiu não participar da expedição.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>No Centro do Mundo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Vários anos antes da expedição anglo-equatoriana de 1969, Moricz tinha organizado outra incursão que levava o seu nome e que tinha a finalidade de oficializar a existência das cavernas a partir dos relatos dos índios Shuares ou Jivaros (os célebres redutores de cabeças humanas). Na volta, o repórter Jorge E. Blinkhorn que trabalhava para o Jornal Telégrafo (em 28 de setembro de 1969) de Guayaquil, a cidade equatoriana onde morava Moricz, perguntou-lhe sobre o nome da segunda expedição que teria planejado: Taltosok Barlangja. A explicação de Moricz foi de que, Taltos era um nome genérico de seres superiores, conhecidos na mais remota antiguidade  como Los Belas; também são Taltos os moradores de grandes cavernas e que tinham como proteção a ave sagrada que vivia nas entradas de esses mundos subterrâneos.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste ponto, convém esclarecer que os tayos são os estranhos pássaros quase cegos que moram naquelas cavernas equatorianas e que constituem um manjar para os Shuares, que os capturam uma vez por ano, quando resolvem descer pelas entradas das enormes cavernas com cordas de lhamas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao final da entrevista o húngaro lançava esta mensagem enigmática aos leitores de El Telégrafo: &#8220;No dia em que os equatorianos conhecerem a verdadeira história antiga da sua pátria e da América, que é a mesma, então somente aí verão a imensa importância que teve no passado o ‘Centro do Mundo&#8217; e tudo o que este continente deu a todos os povos da Terra&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Naquela expedição Moricz e seus companheiros, entre eles, algumas autoridades equatorianas, ordenaram que se levantasse a bandeira equatoriana e a argentina (pátria adotiva do húngaro). Mas tinha um motivo oculto atrás de tal ato: duas nações compartilhavam o suposto descobrimento de um &#8220;Mundo Subterrâneo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Incêndios e Saques</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O padre salesiano Crespi quis fundar a primeira missão da selva amazônica equatoriana em Morona-Santiago. Por isso, a partir de 1927 o missionário de Torino (Itália) iniciou um longo caminho pelas selvas inexploradas para contatar indígenas Shuares, alguns dos quais, ainda tinham o costume de reduzir cabeças humanas. Nas suas viagens pela zona dos rios Yaupi, Morona e Mansceriche, Crespi estabeleceu estreitas relações com os nativos que, inclusive, lhe deram de presente uma autêntica cabeça reduzida. Apesar disso os militares permitiram que ele fundasse  a missão em Morona.</p>
<p style="text-align:justify;">Também os índios Coangos, do grupo Shuar ou Jivaro, ficaram muito amigos do Padre Crespi e lhe deram de presente alguns dos seus tesouros mais preciosos. Deram-lhe estatuetas e lápides de pedra com inscrições parecidas com as de algumas lâminas metálicas, igualmente gravadas com hieróglifos e que o religioso guardava em sua paróquia &#8220;Nossa Senhora Auxiliadora&#8221;, que foi misteriosamente incendiada em 1962, segundo informações de um ufólogo e investigador da cidade de Cuenca.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Segredos e Mentiras</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quando conheci o investigador italiano Gabriele D&#8217;Annunzio Baraldi em 1988, nunca poderia pensar encontrar nele uma das testemunhas mais importantes do mistério da Cueva de los Tayos e das desconcertantes peças arqueológicas equatorianas. Fui entrevistá-lo motivado pela sua ousada teoria sobre a existência de vestígios Atlantes na América do Sul. A entrevista se fez aos poucos, em diversas visitas ao longo dos anos, até antes da sua morte, em 24 de Setembro de 2002.</p>
<p style="text-align:justify;">Baraldi, que morou muitos anos na Argentina, me relatou suas viagens ao Equador e sobre os contatos que manteve com Moricz e o Padre Crespi: &#8220;Em 1978 Moricz era dono de uma empresa mineradora, de extração e prospecção chamada ‘Cumbaratza&#8217;, registrada em Guayaquil. Eu, Baraldi, estive junto de Moricz na sede da empresa, numa casa simples com algumas cabanas ao redor e um posto militar equatoriano, perto da fronteira peruana. No local tinha também uma pista de aterrissagem para pequenos aviões. Passei alguns dias no acampamento de Cumbaratza e ali conheci seis geólogos estrangeiros que analisavam os minerais. Soube mais tarde que quem patrocinava o projeto era o governo argentino e que os ganhos eram bons, porque Moricz recebeu uma medalha de honra por estes acordos.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembrei a Baraldi o que ele havia me contado anteriormente e perguntei a ele se Moricz o convidou a fazer parte da sociedade. Ele respondeu que, &#8220;Sim. Ele queria que eu representasse a Cumbaratza no Brasil para um projeto de navegação que uniria o Oceano Pacífico ao Atlântico através dos rios Napo, Maranhão e Amazonas. A Cueva de los Tayos seria utilizada como um túnel debaixo dos Andes, já que pelo visto o espaço lavrado destas cavernas era muito largo e permitiria a passagem de uma aeronave como um Jumbo. Eu não as vi, mas Moricz e seu advogado afirmavam que o chão estava maravilhosamente nivelado e que as ciclópeas paredes eram muito lisas com respiradores a alturas variáveis, mas com espaços regulares&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A surpreendente revelação de Baraldi deixou-me estupefato. Pretendia-se transformar os túneis com objetivo geo-estratégico de suma importância para o Equador e outras nações envolvidas. Mas, acredita Baraldi que este projeto era falho. Indaguei-lhe com um certo ceticismo, e ele me repondeu: &#8220;Olhe, a direção dos túneis é rumo ao rio Maranhão, mas no caminho tem certos despenhadeiros por onde nem uma pessoa poderia passar, somente arrastando-se. Pelos meus estudos posteriores constatei que era uma obra de engenharia dos povos antigos da região que os construíram com a finalidade de canalizar água para irrigação. E quero dizer outra coisa que poucas pessoas sabem ou mantêm em segredo: o verdadeiro descobridor dos túneis não foi Moricz, mas o Padre Crespi, de quem Moricz obteve a localização. O mesmo Padre Crespi me falou que os índios equatorianos tinham encontrado também uma colossal pirâmide de pedra, com imensos tesouros arqueológicos, de onde abasteciam o Museu que o religioso possuía no Colégio Salesiano de Cuenca&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Perguntei sobre o que aconteceu com a pirâmide e Baraldi afirmou: &#8220;O Padre Crespi mandou que a cobrissem e que ninguém mais falasse sobre ela para que não fosse saqueada&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Cenas do Antigo Egito</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Gabriele Baraldi mantendo boa amizade com o Padre Crespi teve acesso exclusivo a várias placas metálicas, jamais fotografadas, que se encontravam no colégio &#8220;Maria Auxiliadora&#8221; e que hoje estão em local desconhecido.</p>
<p style="text-align:justify;">Baraldi tentou decifrar algumas delas, usando para isso o sistema de tradução baseado, segundo sua opinião, no que supostamente foi deixado pela civilização atlante e proto-hitita na Pedra do Ingá (Paraíba, Brasil) e que se aproxima da fonética da língua tupi-guarani.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ele, uma das placas mostra uma pirâmide escalada por dois felinos e coroada por um sol e duas serpentes. Na sua base aparecem dois elefantes e vários símbolos.</p>
<p style="text-align:justify;">Baraldi explicou que, &#8220;Esta placa é uma lembrança de milhares de anos. Tratou-se de uma gigantesca erupção vulcânica: o vulcão partiu-se pela metade e cobriu um grande território com a lava. O ápice da pirâmide  que simboliza o sol da Terra, significa o vulcão ativo. Os moradores diziam pertencer ao Império da Constelação do Cão Menor e parentes do Império da Constelação do Puma o Cão maior&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Conforme a interpretação dos escritos na base da pirâmide, a destruição alcançou o &#8220;Império da Constelação da Cruz do Sul&#8221;, cujos moradores imploraram à &#8220;Mãe Branca Lua&#8221; que limpasse com a água, o fogo e a fumaça que cobria os astros. O cataclismo, segundo Baraldi, supunha o extermínio de uma civilização inteira.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra placa mostrava uma série de figuras típicas do Antigo Egito. A lâmina de ouro de 11,5 x 19,5 centímetros continha alguns hieróglifos. Refletia duas cenas separadas por uma esfera. &#8220;A um lado, a deusa Lua e um rei recebendo os poderes divinos para se tornar o rei faraó. No outro lado, um bezerro aos pés do Deus Rá, que assiste ao rei com outros poderes e atributos. Também aparece representada a deusa Hapi do  Nilo, atrás do rei&#8221; &#8211; explicou Baraldi.</p>
<p style="text-align:justify;">Jaime Rodriguez, disse:  &#8220;Alguns desconhecidos tiraram do recinto as placas de ouro e logo atiçaram fogo ao Museu de Crespi&#8221;. &#8220;É o complô do século&#8221;, afirmou ele na sua residência em Guayaquil. Rodriquez assegura também que &#8220;Os militares ingleses que participaram da expedição aos Tayos em  1976 levaram sete caixas de madeira lacradas. Ninguém sabia o que continhas as caixas, isso foi contado pelos índios que moram perto das Covas&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele  diz também  que o translado das caixas se fez com a ajuda de um agente da inteligência inglesa que ainda vive em Quito e aproveita a oportunidade para denunciar que no Equador &#8220;existe um saque continuo do patrimônio histórico e arqueológico&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Escrituras Impossíveis</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O autor desta reportagem descobriu também interessantes coincidências entre algumas das placas de Crespi e a das antigas Yungas do Peru. Sobre a autenticidade destas últimas houve acaloradas discussões no principio do século 19, quando o Dr. Olaechea propôs que sua origem fosse asiática. A hipótese foi reforçada em 1915, quando o cônsul geral do Peru na China e Japão, Francisco Lozaya, enviou algumas reproduções da escrita dos Yungas ao orientalista japonês A. Nykl, que opinou baseado na grafia utilizada durante a dinastia chinesa de Ihu Sau.</p>
<p style="text-align:justify;">O debate acadêmico a respeito dos escritos na América do Sul nos tempos pré-colombianos perpetua-se até nossos dias. Mesmo assim, oficialmente, considera-se que naquele tempo não existiu um alfabeto ou escritura, teoria que, tem hoje cada vez mais dissidentes. É o caso, por exemplo, do arqueólogo Vélez Lopez que, num congresso de americanistas celebrando em 1924, lembrou que na língua quechua existem os termos quellca (papel) e quellcani (escrever).</p>
<p style="text-align:justify;">O cronista religioso Fernando Montesinos (século 17) contava que os incas proibiram aos Chimus a fabricação de um tipo de &#8220;papel&#8221; que consistia em pergaminhos de folhas de árvores, usadas para escrever. Tempos depois, um sábio sacerdote fora queimado vivo pelos incas, pelo o que parece, por ter inventado alguns caracteres.</p>
<p style="text-align:justify;">Fala-se que a partir daquele tempo começaram a utilizar os famosos quipus, cordas amarradas com diferentes tipos de nós que continham informações codificadas.</p>
<p style="text-align:justify;">De qualquer forma, o certo é que também existem grandes semelhanças entre os signos contidos nas placas do Equador e a iconografia da cultura Draconiana na província de Catamaraca, ao Norte da Argentina.  Nas peças de cerâmica draconiana aparecem criaturas estilizadas, como felinos, dragões e seres humanos com olhos quadrados. Curiosamente esta cultura também fabricava placas metálicas onde se gravavam esses e outros seres.</p>
<p style="text-align:justify;">Solicitei a opinião do renomado lingüista brasileiro, professor Luis Caldas Tibiriçá, autor do dicionário com termos asiáticos e ameríndios, a respeito das possíveis escrituras das placas equatorianas. Na opinião deste expert, trata-se de uma escritura silábica que guarda grande semelhança com as enigmáticas escrituras de Glozel (França). Um dos símbolos representa a &#8220;serpente cósmica&#8221; que morde a cauda, relacionada com o fogo e com o Sol e que simboliza o ciclo da vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra opinião vem por parte do investigador britânico Leonard Craik, que  também interpretou algumas das lâminas de ouro, é que uma das inscrições faz referência a um grande maremoto que fechou a entrada original da Cueva de los Tayos: &#8220;Um grande leque de escombros é claramente visível, espalhados em cima e através da entrada da primeira caverna&#8221; &#8211; justificou.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo ele, outra das placas teria a seguinte transcrição: &#8220;Cuidado médico, justiça e direitos humanos, liberdade à comunidade com a hierarquia angelical são testemunha de garantia por&#8230;&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Claik se pergunta &#8220;o que causou a morte dessas raças e por que pararam os procedimentos cirúrgicos e abandonaram sua escrita muitos anos antes, quando os elefantes se encontravam ainda pastando nas planícies  da América do Sul? Estes morreram porque faltava alimento. Aconteceu um grande incêndio como no Mediterrâneo: a perturbação de Pjaeton na lenda grega? O que causou este evento e a rápida elevação dos Andes do Sul na época  do primeiro cataclismo? E a conseguinte evaporação do mar, tendo como conseqüência a formação de milhares de campos de sal como os que encontramos hoje em dia a milhas de metros de altura, especialmente ao sul de Titicaca?&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>As Placas de Ouro</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em março de 2000 estive na Paróquia &#8220;Maria Auxiliadora&#8221;, em Cuenca, Equador, quando o amável padre salesiano Domingo Perego me permitiu o acesso ao pátio do antigo colégio, onde se encontravam amontoadas e misturadas com  restos de um escombro de um antigo incêndio, centenas de placas, não de ouro, mas de latão.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao vê-las pareceram vulgares falsificações, apesar do investigador equatoriano Jaime Rodriguez e o professor Gabriele D&#8217;Annunzio Baraldi me assegurarem que entre eles tinham visto verdadeiras peças de ouro, recobertas deste metal, no antigo museu do padre Crespi que, fora consumido pelas chamas de um incêndio possivelmente provocado.</p>
<p style="text-align:justify;">Então, onde estão as placas autênticas na atualidade? A revista ‘Más Alla&#8217; investigou no Museu do Banco Central em Cuenca, onde encontramos um documento que afirma o seguinte: &#8220;O dia de hoje, 9 de julho de 1980, com a entrega de um cheque com a quantidade de $ 10.667.210,00 que o gerente da Sucursal em Cuenca do Banco Central do Equador, Dr. Alejandro Vintimilla Borrego, entregou nas mãos do Padre Felix Roggia, reitor da Casa Salesiana nesta cidade, culmina o processo de negociação depois de várias conversações entre a Comunidade Salesiana com o pessoal máximo do Banco Central de Quito, chegando a um feliz termo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">O texto afirma categoricamente, &#8220;De acordo ao inventário levantado pelo Dr. Gustavo Reinoso existem aproximadamente  5.000 peças. Dentro desta coleção tem sido excluídas outras tantas peças que careciam de valor arqueológico, tendo sido consideradas falsas; estas não interessaram ao Banco e não foram incluídas no inventário, as mesmas ficaram em poder da Comunidade Salesiana&#8221;. Creio que, neste ponto, o escrito se referia possivelmente às peças que eu tinha visto no pátio do Colégio &#8220;Maria Auxiliadora&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Referente ainda ao documento de compra e venda, &#8220;O aporte econômico que receberam os padres salesianos, de acordo com o desejo manifestado por eles, ficará também em benefício de Cuenca, pelo fato que se empenharam em construir uma escola que levará o nome do ilustre Salesiano que tem honrando a comunidade e a serviço de Cuenca: O Padre Carlos Crespi&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A antiga escola Cornelio Merchan incendiada e hoje reconstruída, leva o nome atual de &#8220;Carlos Crespi&#8221; e alberga 1.000 alunos. Apesar desta prova, quando entrevistei o responsável pela Imagem Corporativa do Museu do Banco Central, Ernesto Dávila Trujillo, este afirmou que nunca tinha comprado lâminas de ouro lavradas da Coleção de Crespi.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem que ser esclarecido que o Padre Crespi possuía placas de ouro procedentes da Cueva de los Tayos, mas existem muitas mais no interior da Cueva (caverna). Eram as que tinha visto Moricz e as que presumivelmente procurava a expedição anglo-equatoriana de 1976. Sobre estas últimas placas, pouco ou nada se sabe.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Durante uma conferência do escritor suiço Erich Von Daniken no ano de 1990 em Quito, o líder escocês  da expedição, Stanley Hall, revelou aos presentes que tinha encontrado o lugar para onde tinham transportado os tesouros e que publicaria um livro a respeito, mas até agora nada mais foi esclarecido.</p>
<p style="text-align:justify;">Junto dessas escritas, encontravam-se outras placas que, na opinião de alguns pesquisadores, poderiam conter conhecimentos de uma avançada civilização, incluindo a verdadeira história da humanidade.</p>
<p style="text-align:justify;">***</p>
<p style="text-align:justify;">Por Pablo Vilarrubia Mauso, jornalista e pesquisador espanhol.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/claudiobastian.wordpress.com/59/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/claudiobastian.wordpress.com/59/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/claudiobastian.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/claudiobastian.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/claudiobastian.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/claudiobastian.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/claudiobastian.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/claudiobastian.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/claudiobastian.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/claudiobastian.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/claudiobastian.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/claudiobastian.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/claudiobastian.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/claudiobastian.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/claudiobastian.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/claudiobastian.wordpress.com/59/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=59&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Batalha pelos Registros Atlantes sob a Esfinge</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 22:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Em tempos normais, a maioria das pessoas ficaria surpresa em ouvir que foram descobertas câmaras sob a Esfinge, e teria esperança de encontrar pelo menos uma pista da marcha da humanidade desde caçadores que viviam em cavernas até civilizações inconscientes que são agressivas (com pouca luz). Mas estes são tempos extraordinários, de armas recém-criadas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=54&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em tempos normais, a maioria das pessoas ficaria surpresa em ouvir que foram descobertas câmaras sob a Esfinge, e teria esperança de encontrar pelo menos uma pista da marcha da humanidade desde caçadores que viviam em cavernas até civilizações inconscientes que são agressivas (com pouca luz). Mas estes são tempos extraordinários, de armas recém-criadas de emissão eletromagnética e microondas. A descoberta de câmaras embaixo da mais antiga escultura do mundo desencadeou uma luta pela dominação entre os governos mundiais, alguns indivíduos e os poderes ocultos da Terra.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Concorrências</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Numa economia impulsionada pelo avanço tecnológico e na qual se observa uma excessiva confiança nas condições existentes, o anseio de dominação tecnológica e a crença na estabilidade dos sistemas em vigor inspiraram a intriga e o engano. A advertência do presidente Eisenhower de que o complexo industrial-militar representava a mais grave ameaça para o modo de vida norte-americano se realizou a partir de níveis tão diferentes e desconectados quanto os conselhos de diretores e as gangues de rua.<span id="more-54"></span></p>
<p style="text-align:justify;">As tramas em andamento pela captura da antiga tecnologia atingiram um nível mais alto em 1993, quando foi descoberta uma passagem escondida na Grande Pirâmide. Usando um robô designado como UPUAT2, o engenheiro alemão Rudolf Gantenbrink descobriu que um conduto de ar na Câmara da Rainha terminava abruptamente, em vez de prosseguir até a superfície da pirâmide. Fotografias tiradas pelo UPUAT2 revelaram eletrodos de metal de alta tecnologia instalados numa porta do conduto, no mínimo há 4 mil anos. Com isso, foi rompido o verniz de silêncio místico que recobre a realidade fatual de que fontes de poder de elevada tecnologia foram usadas no antigo Egito. Essa descoberta ameaçou o dogma central de que a confiança na sabedoria em vigor deve ser preservada a qualquer custo, para não perturbar o doce usufruto das mordomias.</p>
<p style="text-align:justify;">Estava ameaçada a crença popular de que o Homo Sapiens atingiu em nosso tempo o ápice do desenvolvimento. Outros já tinham estado ali e atingido esse nível &#8211; e então deixaram como testemunho as pirâmides. Foi programado que o conduto seria aberto publicamente com uma câmara de microvideo em março de 1997, depois que o seu conteúdo havia sido secretamente visto pelos poderosos. Informações transmitidas a Richard Hoagland originárias de um &#8220;espião&#8221; amigável no Egito sugerem que a porta foi aberta em 20 de outubro de 1996, às nove horas da manhã.</p>
<p style="text-align:justify;">Por trás da porta havia uma pequena câmara contendo apenas a estátua de um homem negro sentado, empunhando um ankh. O significado dessa estátua, do ankh e a data detêm a chave para uma tecnologia que governou esse planeta com suprema elegância antes de decair ao longo da espiral evolutiva. O mito moderno da civilização egípcia forjado no século passado, quando os investigadores viajavam em navios a vapor, se estilhaçou com os laser amplificados por cristais. O inventário de lindas gemas confiscadas durante as Guerras das Pirâmides (8970 a.C.) tinha um contexto tecnológico que se soletrava p-o-d-e-r. Importantes fios foram tecidos ao longo do Nilo durante milhares de anos, para se entrelaçar em nossa época com investigadores recentemente banidos do Egito.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1992, John Anthony West e o Dr. Robert Schoch publicaram indicações de que a Esfinge tinha sido erodida pela água no período 7000-5000 a.C., provando desse modo que os monumentos eram mais antigos que a mais antiga dinastia egípcia. O atual povo egípcio migrou para a área da Esfinge e da Grande Pirâmide, já existentes, e construíram réplicas inferiores do que encontraram. Túmulos do Antigo Reino no planalto de Gizé cortados da mesma rocha que a Esfinge não apresentam a erosão aquática da Esfinge. Portanto, a Esfinge deve ser muito mais antiga do que as estruturas do Antigo Reino.</p>
<p style="text-align:justify;">Câmaras abaixo da Esfinge (previstas desde 1934 por Edgar Cayce, o &#8220;profeta adormecido&#8221;) foram descobertas por meio de sismógrafos e ondas de sonar em 1993. Zahi Hawass, do Departamento Egípcio de Antiguidades, negou a interpretação da visível evidência da erosão aquática, bem como a existência de câmaras subterrâneas. O turismo é o sustentáculo multibilionário da economia egípcia, e novas descobertas apontando para uma história das pirâmides anterior aos egípcios foram recebidas com hostilidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto isso, pesquisas empreendidas por Robert Bauval e Graham Hancock, co-autores de Message of the Sphinx (A mensagem da Esfinge) foram apresentadas num documentário da BBC exibido em todo o mundo. O livro, best-seller em 1996, e o documentário chamavam atenção para a negativa do governo egípcio sobre a existência das câmaras. Num confronto do velho estilo, Bauval, Graham Hancock e John Anthony West foram expulsos do Egito e, para ter certeza de que sua posição era inequívoca, membros do Departamento de Antiguidades ameaçaram cortar as cabeças dos pesquisadores e defecar sobre elas!</p>
<p style="text-align:justify;">Essa não era a primeira vez que o governo egípcio bania pesquisas que punham em risco sua afirmação de que seus ancestrais haviam construído aqueles antigos monumentos. Após conduzir uma equipe de pesquisa em Saqara, onde foram feitas importantes descobertas acerca do ankh, o Dr. Lawrence Kennedy fora banido do Egito em 1980. Kennedy ganhou o status de persona non grata quando tirou fotografias da imagem de um UFO em forma de charuto numa parede que permanecia fechada ao público desde 1922.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o destino estabelece seu próprio terreno de jogos, e as pesquisas do Dr. Kennedy em 1980 tinham desvendado o ankh. (1) Observando que o ankh era o único símbolo-chave não associado a um hieroglifo, ele levantou a hipótese de que não se tratava de uma forma de linguagem mas de um objeto ou instrumento real. Representações do ankh sempre o mostravam sendo entregue a um faraó por uma divindade, ou sendo entregue ao povo pelo faraó. O ankh, o antigo símbolo de Vênus, era um instrumento dado a um faraó por um deus. Kennedy suspeitava de que o ankh fosse usado para ativar o tímus, que controla o processo de envelhecimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Realizando experimentos com combinações de metais empregados pelos egípcios, o Dr. Kennedy desenvolveu um ankh que produzia mudanças tangíveis na energia humana, visíveis nas fotografias Kirlian. O ankh que ativa a energia humana sutil era feito de ouro, prata e cobre entrelaçados numa haste de cristal. A estátua de um homem empunhando um ankh no seu colo mostrava sua posição quando presumivelmente ele ativa o corpo humano. Modelos viáveis do ankh com uma haste de cristal corroboraram a tecnologia de cristal da Atlântida descrita por Edgar Cayce.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao longo de 30 anos, por meio de uma série de palestras privadas, Edgar Cayce descreveu a civilização da Atlântida, um continente que submergiu no Oceano Atlântico. A fonte de energia para a tecnologia atlante descrita por Cayce eram os &#8220;cristais de fogo&#8221; que acumulavam o calor da atmosfera. Essa energia armazenada era em seguida distribuída através da malha da Terra para o benefício do público, o que incluía o fornecimento de energia a submarinos e aeronaves. A partir do auge da civilização atlante, 50.000 anos atrás, três cataclismos que se estenderam por 28.000 anos quebraram o continente, formando uma cadeia de ilhas; o afundamento da maior ilha, Poseidon, ocorreu em 10.500 a.C.</p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro cataclismo foi provocado quando os indivíduos responsáveis por ajustar a freqüência da malha da Terra acidentalmente a sintonizaram num nível elevado demais. Há cerca de 22.000 anos, a energia anteriormente usada para propósitos pacíficos foi desviada para armamentos, o que provocou o segundo cataclismo. Um raio penetrou com violência na superfície do planeta, rompendo uma placa tectônica no Oceano Atlântico e quebrando o continente em várias ilhas.</p>
<p style="text-align:justify;">O desaparecimento final das ilhas veio após milênios de conflito entre os sacerdotes de Baal, que introduziram sacrifícios, e os sacerdotes da Lei do Uno. Como a cadeia de ilhas afundou no decorrer de milhares de anos, nos últimos séculos da Atlântida foram feitas migrações para o Egito, a China e a América Central. Pirâmides nesses locais, algumas descobertas apenas nas últimas décadas, dão testemunho das palavras proféticas de Cayce.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mica em Teotihuacán</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Remanescentes de uma pirâmide mais antiga além da Pirâmide do Sol em Teotihuacán, perto da Cidade do México, fazem o uso comprovado daquele sítio recuar até 4.000 a.C. Os centros da pirâmide tornaram-se o núcleo de uma metrópole que abrigava mais de 25.000 pessoas, antes que o complexo inteiro fosse coberto com toneladas de detritos e abandonado, por volta do ano 1.200. As estruturas do templo que antes existiu nos níveis do topo das pirâmides em degraus foram removidas, juntamente com suas balaustradas codificadas e ornamentos, deixando apenas terraços. Todavia, uma camada de mica no nível do topo da Pirâmide do Sol, que servira como piso de um templo, foi deixada no lugar. A mica é um isolante com elevada resistência elétrica, capaz de diminuir a velocidade dos neutrinos numa reação nuclear. A mica teria de ser trazida para Teotihuacán a partir de uma fonte desconhecida. Várias centenas de metros ao sul da Pirâmide do Sol, foi deixada intacta uma pirâmide de mica.</p>
<p style="text-align:justify;">Um isolante usado com tecnologia da Atlântida havia sido mencionado por Edgar Cayce como similar a outro isolante que estava sendo desenvolvido na Inglaterra em 1932. O abrigo de cristais de fogo sob tetos em forma de domo, como descreve Cayce, poderia explicar a necessidade das qualidades únicas da mica em Teotihuacán. Uma tecnologia baseada em cristais que forneciam energia a aeronaves e submarinos poderia explicar por que os maias usavam rodas em brinquedos, mas não em veículos. Como se poderia esperar em uma tecnologia dessa ordem, elementos avançados de matemática e de geometria caracterizavam o complexo da pirâmide.</p>
<p style="text-align:justify;">A sofisticação do projeto de Teotihuacán foi reiterada e decodificada em 1993 por dois círculos norte-americanos de plantação que formavam um triângulo com as pirâmides, com lados iguais de 2.160 milhas. O número 2.160 era a chave para se decifrar o comprimento enigmático da avenida sagrada de 2.268 hunabs. Hunab é o termo maia para &#8220;medida&#8221;, dado a unidades métricas fatoradas com a raiz 12ª de 2 pelo engenheiro norte-americano Hugh Harleston. Correlações métricas na pirâmide não são surpreendentes, porque o moderno sistema métrico foi adotado após a Revolução Francesa, a partir de medidas egípcias.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, intervalos da raiz 12ª de 2 são uma afirmação brilhantemente simples de uma disposição complexa exclusiva de Teotihuacán. Das muitas pirâmide existentes em todo o mundo, a Pirâmide do Sol é a mais semelhante à Grande Pirâmide nos elementos fundamentais do seu projeto. Os mesmos números apresentados em polegadas piramidais na Grande Pirâmide foram apresentados em hunabs com a raiz 12ª de 2 em Teotihuacán para mostrar uma escala de intervalos. As escalas musicais são descritas pelas fronteiras de intervalos que definem freqüências, com uma nota se tornando a nota seguinte. A escala ocidental de música é definida ao se multiplicar cada nota pela raiz 12ª de 2 (1,059463), numa escala de intervalos iguais que pode ser rastreada até Apolo, através de Pitágoras, na pré-história da Grécia.</p>
<p style="text-align:justify;">Simbolizado por um cisne (a estrela Cygnus de cinco pontas em Lira), Apolo era o mentor de Pitágoras, o pai da matemática moderna. Embora os pitagóricos não adorassem uma divindade por si mesma, eles reverenciavam Apolo, que inventou a cítara, precursora da guitarra moderna. A música expressada como matemática era exemplificada na tabela pitagórica de séries harmônicas e sub-harmônicas recíprocas e na música pitagórica das esferas. As razões e intervalos harmônicos pitagóricos aplicados a um grande ciclo de 26.000 anos foram afirmados como uma escala na avenida sagrada de Teotihuacán. Em números efetivos, o Grande Ciclo de 26.000 anos foi reduzido a 25.920 devido à precessão dos equinócios e dividido por 12, com um resultado de 2.160 anos &#8211; uma era cósmica.</p>
<p style="text-align:justify;">O intervalo harmônico de 2.160 anos foi inscrito no comprimento da avenida sagrada em Teotihuacán pela raiz 12ª de 2 (2.160 x 1,05 = 2.268). Coerentemente, este número se manifestou no comprimento das paredes em redor da área cerimonial central de 378 hunabs, que é a circunferência de um círculo fatorada com a raiz 12ª de 2 (360 x 1,05 = 378). Além disso, uma extraordinária harmonia foi produzida na área cerimonial pelos numerosos triângulos pitagóricos 3-4-5. Como aconteceu no planalto de Gizé, Teotihuacán foi projetada por mestres arquitetos que deixaram seus monumentos para os povos nativos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os segredos dos cristais de fogo e da energia transmitida sem necessidade de cabos por meio da malha da Terra transformariam o mundo moderno. Quem quer que possuísse essa tecnologia teria assegurado o domínio militar e econômico&#8230; e então aconteceu que um espião, escondido perto da Grande Pirâmide de iniciação, subornou um guarda para ter acesso aos segredos das câmaras, na manhã de 20 de outubro de 1996.</p>
<p style="text-align:justify;">20 de outubro e 5 de dezembro de 1996 foram as duas datas a que chegou Richard Hoagland, quanto à ocasião em que as câmaras no planalto de Gizé poderiam ser abertas. Essas datas se baseavam em alinhamentos planetários visíveis da Baía da Tranqüilidade na Lua, usados pela NASA para uma missão lunar da Apollo. Isso significa que, se uma pessoa estivesse na Lua, poderia observar um alinhamento de planetas em datas específicas, associadas ao planalto de Gizé e utilizadas pela NASA. Hoagland tinha anunciado apenas a data de 5 de dezembro como um momento provável para a abertura das câmaras em Gizé, sem fazer menção a 20 de outubro. Numa confirmacão da sensibilidade em relação à data, o guarda presente na Grande Pirâmide quando foi filmado em vídeo o conteúdo das câmaras perdeu o emprego.</p>
<p style="text-align:justify;">A data de 20 de outubro foi confirmada além disso pela seqüência de sítios da rede TimeStar ativada nas fases de 13 dias de eclipse lunar (The Once and Future Earth, Duran2). Os sítios triangulares TimeStar foram identificados a partir dos números e da geometria do calendário maia inscritos nas pirâmides em Teotihuacán. A rede diretamente ao sul da Grande Pirâmide foi ativada por 13 dias, de 26 de setembro a 9 de outubro, depois de um eclipse lunar em 26 de setembro. Na fase seguinte de 13 dias, o triângulo da rede contendo a Grande Pirâmide foi ativado de 9 a 21 de outubro. A faixa de 6 graus na qual está situada a Grande Pirâmide foi ativada em 20 de outubro, com o símbolo do calendário para &#8220;feiticeiro&#8221;. A seqüência geral para essas datas foi publicada em agosto de 1996, mas não designou dia após dia a seqüência de latitudes que foram ativadas.</p>
<p style="text-align:justify;">A data de 20 de outubro para a abertura da câmara e do seu conteúdo, confirmada por duas fontes totalmente independentes, aponta para extraordinários esforços para se apoderar da alta tecnologia de civilizações perdidas. Os registros dessas civilizações que talvez estejam depositados abaixo da Esfinge pertencem ao domínio público. Hancock e Bauval sugeriram que a UNESCO ((a sigla em inglês da Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas) é amplamente qualificada para fazer a mediação de interesses mundiais.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora seja verdade que a Esfinge e a Grande Pirâmide repousam no solo egípcio, também é verdade que indícios numerosos mostram que os egípcios não construíram os dois grandes monumentos. A preocupação de Hancock é que, enquanto o governo egípcio afirma que não existe nada sob a Esfinge para ser aberto, as evidências afirmam o contrário. Ainda que os cidadãos do Egito concordassem individualmente com Hancock e Bauval, o violento clima político do país muçulmano impediria um apoio aberto. Os direitos dos egípcios de controlar sua própria terra devem ser respeitados, e o mesmo acontece aos propósitos dos construtores da pirâmide para com as futuras gerações.</p>
<p style="text-align:justify;">A espiral da evolução que vacilou na Atlântida deve ascender novamente, ao se reconhecer o direito que cada pessoa tem de participar de escolhas que envolvem o destino humano. Uma vez que o orçamento da Organização das Nações Unidas se baseia em dinheiro pago pelos cidadãos do mundo, todos nós temos legitimamente algo a dizer sobre o que é feito na ONU ou por meio dela. (4) Cada pessoa pode desempenhar a sua parte em fazer da cooperação um paradigma planetário.</p>
<p style="text-align:justify;">***</p>
<p style="text-align:justify;">* Krsanna Duran &#8211; P.O. Box 368, Soap Lake, WA 98851  &#8211;  Fone (509) 246-0147</p>
<p style="text-align:justify;">
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		<title>A História Oculta Da Raça Humana</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 22:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Bastian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1979, pesquisadores em Laetoli, Tanzania, em um sítio da África Oriental, descobriram pegadas em depósitos de cinza vulcânica com idade superior a 3,6 milhões de anos. Mary Leakey e outros disseram que as pegadas eram indistinguíveis das humanas atuais. Para estes cientistas, isso apenas significa que os ancestrais do homem de 3,6 milhões de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=claudiobastian.wordpress.com&amp;blog=2208221&amp;post=51&amp;subd=claudiobastian&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em 1979, pesquisadores em Laetoli, Tanzania, em um sítio da África Oriental, descobriram pegadas em depósitos de cinza vulcânica com idade superior a 3,6 milhões de anos. Mary Leakey e outros disseram que as pegadas eram indistinguíveis das humanas atuais. Para estes cientistas, isso apenas significa que os ancestrais do homem de 3,6 milhões de anos atrás tinham pés incrivelmente modernos!</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, de acordo com outros cientistas, como o antropólogo físico R.H. Tuttle da Universidade de Chicago, ossos fósseis dos australopithecos conhecidos de 3,6 milhões de anos atrás demonstram que eles tinham pés que eram claramente próximos dos pés de um macaco. Assim, são incompatíveis com as pegadas de Laetoli. <span id="more-51"></span>Em um artigo da edição de março de 1990 da revista ‘Natural History&#8217;, Tuttle confessou que &#8220;estamos frente a um mistério&#8221;. Parece admissível, portanto, considerar a possibilidade que nem Tuttle nem Leakey mencionaram &#8211; que criaturas com corpos humanos anatomicamente modernos, que combinassem com seus pés humanos anatomicamente modernos, existiram há 3,6 milhões de anos atrás na África Oriental. Talvez, eles coexistiram com criaturas simiescas. Intrigante como possa parecer essa possibilidade arqueológica, as idéias atuais sobre a evolução humana a proíbem.</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoas sensatas irão alertar para a consideração da existência de humanos anatomicamente modernos há milhões de anos com base, simplesmente, nas pegadas de Laetoli. Mas há mais evidências:</p>
<p style="text-align:justify;">Durante as últimas décadas, cientistas na África descobriram ossos fósseis que parecem consideravelmente humanos. Em 1965, Bryan Patterson e W. W. Howells acharam um úmero (osso do braço) surpreendentemente moderno em Kanapoi, Kenya. Os cientistas avaliaram sua idade em 4 milhões de anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Henry M. McHenry e Robert S. Corruccini, da Universidade da Califórnia, disseram que o úmero de Kanapoi era &#8220;dificilmente distinguível do osso de um Homo sapiens atual&#8221;. Similarmente, Richard Leakey disse que o fêmur ER 1481 do Lago Tukana, Kenya, achado em 1972, era indistinguível do de um humano moderno. Os cientistas normalmente associam o fêmur ER 1481, que tem cerca de 2 milhões de anos, ao pré-humano Homo habilis. Mas, desde que o ER 1481 foi achado isoladamente, não se pode descartar a possibilidade de que o resto do esqueleto fosse, também, anatomicamente moderno. De forma interessante, em 1913 o cientista alemão Hans Reck descobriu, em Olduvai Gorge, Tanzania, um esqueleto humano completo, anatomicamente moderno, em um estrato de mais de um milhão de anos, gerando décadas de controvérsias. Aqui, novamente, alguns nos alertarão para que não exagerarmos o valor de alguns poucos e controversos exemplos em contraste com a grande quantidade de evidências não controversas demonstrando que os humanos atuais evoluíram de criaturas simiescas bastante recentemente &#8211; por volta de 100.000 anos para cá, na África, e na visão de alguns, em outras partes do mundo também.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas acontece que não esgotamos nossas fontes com as pegadas de Laetoli, o úmero de Kanapoi e o fêmur ER 1481. Pelos últimos oito anos, Richard Thompson e eu, com a assistência de nosso pesquisador Stephen Bernath, acumulamos um extenso corpo de evidências que desafia as teorias atuais sobre a evolução humana. Algumas dessas evidências, como as pegadas de Laetoli, são bem recentes. Mas boa parte delas foi registrada por cientistas no século dezenove e começo do século vinte. E, como você pode ver, nossa discussão sobre essas evidências podem constituir um livro muito grande.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem mesmo olhar para esse antigo conjunto de evidências, alguns assumirão que deve haver algo errado com ele &#8211; que foi convenientemente descartado há muito pelos cientistas, por razões muito boas. Richard e eu checamos bem essa possibilidade. Concluímos, no entanto, que a qualidade dessas evidências controversas não é melhor ou pior que as supostamente não controversas, usualmente citadas em favor das atuais teorias sobre a evolução humana.</p>
<p style="text-align:justify;">O livro &#8220;Arqueologia Proibida&#8221; é mais do que um bem documentado catálogo de fatos não usuais. É, também, uma crítica sociológica, filosófica e histórica ao método científico, da forma como é aplicado à questão das origens da humanidade. Não somos sociólogos, mas nossa abordagem é similar à praticada pelos adeptos da sociologia do conhecimento científico (SSK), como Steve Woolgar, Trevor Pinch, Michael Mulkay, Harry Collins, Bruno Latour, and Michael Lynch.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada um desses estudiosos tem uma perspectiva única da SSK, mas todos provavelmente concordariam com o seguinte enunciado programático. As conclusões dos cientistas não correspondem de forma idêntica as estados e processos de uma realidade objetiva natural. Ao invés, tais conclusões refletem os reais processos sociais dos cientistas, mais do que o que acontece na natureza/meio ambiente.</p>
<p style="text-align:justify;">A abordagem crítica que fazemos em &#8220;Arqueologia Proibida&#8221; também assemelha-se à usada pelos filósofos da ciência, como Paul Feyerabend, que afirma que a ciência alcançou uma posição por demais privilegiada no campo intelectual, e por historiadores da ciência, como J. S. Rudwick, que explorou em detalhes a natureza da controvérsia científica. Como Rudwick, em &#8220;A Grande Controvérsia Devoniana&#8221;, usamos a narrativa para apresentarmos nosso material, que engloba não uma mas muitas controvérsias &#8211; controvérsias há muito resolvidas, não resolvidas ainda e em formação. Para isso foram feitas muitas citações de fontes primárias e secundárias, e fornecidas descrições detalhadas das reviravoltas dos complexos debates paleoantropológicos. Para os que trabalham com disciplinas relacionadas com as origens da humanidade e antigüidade, &#8220;Arqueologia Proibida&#8221; provê um bem documentado compêndio de relatórios livres das muitas referências atuais, não facilmente conseguido de outra forma.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos últimos autores a discutir o tipo de relatório achado em &#8220;Arqueologia Proibida&#8221; foi Marcellin Boule. Em seu livro &#8220;Fossil Men&#8221; (1957), Boule traz uma conclusão decididamente negativa. Mas, ao examinar os relatórios originais, percebemos que o ceticismo de Boule não é justificado. Em &#8220;Arqueologia Proibida&#8221;, fornecemos material oriundo de fontes primárias que irão permitir aos leitores atuais formarem suas próprias opiniões sobre as evidências que Boule desacreditou. Também introduzimos vários casos que Boule deixou de mencionar.</p>
<p style="text-align:justify;">Das evidências que colhemos, concluímos, algumas vezes em linguagem desprovida do experimentalismo ritual, que as hipóteses atualmente dominantes sobre as origens do homem necessitam de uma drástica revisão. Também concluímos que um processo de filtragem de conhecimentos deixou os estudiosos com uma coleção de fatos radicalmente prejudicada e incompleta.</p>
<p style="text-align:justify;">Antecipamos que muitos estudiosos acharão em &#8220;Arqueologia Proibida&#8221; um convite a discursos produtivos sobre (1) a natureza e tratamento das evidências no campo das origens do homem e (2) as conclusões que podem ser mais logicamente alcançadas a partir de tais evidências.</p>
<p style="text-align:justify;">No primeiro capítulo da Parte I, pesquisamos a história e o atual estado em que se encontram as idéias sobre a evolução do homem. Também discutimos alguns dos princípios epistemológicos que usamos em nosso estudo nesse campo. Principalmente, estamos interessados em duplo padrão no tratamento das evidências. Identificamos dois principais corpos de evidências. O primeiro é um conjunto controverso (A), que demonstra a existência de humanos anatomicamente modernos no ‘não muito confortável&#8217; passado distante. O segundo é um conjunto de evidências (B) que pode ser interpretado como comportando as atuais visões dominantes de que o homem evoluiu bem recentemente, de 100.000 anos para cá, na África, e talvez em outros lugares.Também identificamos padrões empregados na avaliação das evidências paleoantropológicas. Depois de um estudo detalhado, descobrimos que se estes padrões forem aplicados igualmente para A e B, então devemos aceitar a ambos ou rejeitar a ambos. Se aceitarmos tanto A quanto B, então temos evidências colocando humanos anatomicamente modernos vivendo há milhões de anos atrás, coexistindo com humanóides simiescos. Se rejeitarmos a ambos, eliminamos a possibilidade de usarmos a base fática disponível para formularmos qualquer hipótese sobre as origens do homem e a antiguidade. Historicamente, um significativo número de cientistas profissionais já aceitou as evidências do grupo A. Mas um grupo mais influente, que aplicou padrões mais rígidos a A do que a B, estabeleceu a rejeição de A e a preservação de B como dominante. Esse uso de padrões diferenciados para a aceitação ou rejeição de evidências constitui um filtro de conhecimentos que obscurece a verdade sobre a evolução humana. No corpo da Parte I (Capítulos 2-6), checamos a vasta quantidade de evidências controversas que contradiz as idéias correntes sobre a evolução do homem. Narramos em detalhes como elas foram sistematicamente suprimidas, ignoradas ou esquecidas, mesmo sendo qualitativamente (e quantitativamente) equivalentes às atualmente aceitas. Quando falamos em supressão de evidências, não nos referimos a cientistas conspiradores levando a cabo um plano satânico para enganar o público. Ao contrário, falamos sobre a existência de um processo sociológico de filtragem de conhecimento que aparenta ser bem inócuo mas que tem, em verdade, um substancial efeito cumulativo. Certas categorias de evidências simplesmente desapareceram, em nossa opinião injustificadamente.</p>
<p style="text-align:justify;">O Capítulo 2 trata de ossos anormalmente antigos e conchas que exibem marcas e sinais de ruptura intencional. Até hoje, cientistas consideram tais ossos e conchas como uma importante categoria de evidências, e muitos sítios arqueológicos foram estabelecidos com base apenas nesse tipo de achado. Nas décadas posteriores à apresentação da teoria de Darwin, numerosos cientistas descobriram ossos animais quebrados ou com incisões, e conchas sugerindo que humanos que usavam ferramentas ou precursores dos humanos existiram no Pliosceno (2-5 milhões de anos atrás), no Miosceno (5-25 milhões de anos atrás), e até antes. Ao analisar os ossos e conchas, os descobridores cuidadosamente consideraram e estabeleceram explicações alternativas &#8211; como a ação de animais ou pressão geológica &#8211; antes de concluir que os humanos eram os responsáveis. Em alguns casos, ferramentas de pedra foram achadas juntamente com os ossos e conchas. Um exemplo particularmente impressionante nesta categoria é um concha exibindo uma rude, porém reconhecível, face humana esculpida em sua superfície externa. Registrada pelo ologista H. Stopes à Associação Britânica para o Avanço da Ciência em 1881, essa concha, de uma formação rochosa do Pliosceno, na Inglaterra, tem mais de 2 milhões de anos.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com os padrões aceitos, humanos capazes de tal nível de artifício não chegaram à Europa antes de 30.000 ou 40.000 anos atrás. Além disso, eles nem mesmo surgiram em seu berço, a África, antes de 100.000 anos atrás. Em relação às evidências do tipo reportado por Stopes, Armand de Quatrefages escreveu em seu livro &#8220;Hommes Fossiles et Hommes Sauvages&#8221; (1884): &#8220;As objeções feitas à existência do homem no Pliosceno e Miosceno parecem ser habitualmente mais relacionadas a considerações teóricas do que à observação direta.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">As mais rudimentares ferramentas de pedra, as eoliths (&#8220;as pedras da aurora&#8221;) são o assunto do Capítulo 3. Esses instrumentos achados em contextos geológicos inesperadamente antigos, inspiraram prolongados debates no final do século dezenove e começo do século vinte.</p>
<p style="text-align:justify;">Para alguns, as eoliths não eram sempre facilmente reconhecíveis como ferramentas. As eoliths não tinham forma simétrica. Ao contrário, a borda de uma lasca de pedra natural era quebrada para fazê-la servir para uma determinada tarefa, como raspar, cortar ou talhar. Freqüentemente a ponta ostentava sinais do uso. Os críticos disseram que as eoliths resultaram de eventos naturais, como o rolar no fundo de rios. Mas os defensores da outra tese ofereceram contra-argumentos convincentes no sentido de que as forças naturais não poderiam causar o gasto similar ao conseguido na pedra lascada &#8211; unidirecional em apenas um lado da pedra.</p>
<p style="text-align:justify;">No final do século dezenove, Benjamin Harrison, um arqueologista amador, descobriu eoliths no Platô de Kent, no sudeste da Inglaterra. Evidências geológicas sugerem que as eoliths foram produzidas em meados ou no final do Ploisceno, por volta de 2 a 4 milhões de anos atrás. Entre os que apoiavam a tese decorrente da descoberta de Harrison estavam Alfred Russell Wallace, co-fundador com Darwin da teoria da evolução pela seleção natural; Sir John Prestwich, um dos mais eminentes geologistas ingleses; e Ray E. Lankester, um diretor do Museu Britânico (História Natural). Embora Harrison tenha descoberto a maior parte de suas eoliths em depósitos superficiais de cascalho do Pliosceno, ele também descobriu muitas em níveis mais abaixo, durante uma escavação financiada e dirigida pela Associação Britânica para o Avanço da Ciência. Além das eoliths, Harrison achou, em vários lugares no Platô de Kent, ferramentas de pedra mais avançadas (paleoliths) de antigüidade plioscênica similar.</p>
<p style="text-align:justify;">No começo do século 20, J. Reid Moir, um membro do Instituto Real de Antropologia e presidente da Sociedade de Pré-História da Anglia Oriental, descobriu eoliths (e ferramentas de pedra mais avançadas) na formação inglesa de Red Crag. As ferramentas tinham por volta de 2 a 2,5 milhões de anos. Algumas das ferramentas de Moir foram achadas nos leitos de detritos de Red Crag e poderiam ter entre 2,5 e 55 milhões de anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os achados de Moir ganharam o apoio de um dos maiores críticos das eoliths, Henri Breuil, então considerado como uma das mais proeminentes autoridades em ferramentas de pedra antigas.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro patrocinador foi o paleontologista Henry Fairfield Osborn, do Museu Americano de História Natural de Nova Iorque. E, em 1923, uma comissão internacional de cientistas viajou até a Inglaterra para investigar as principais descobertas de Moir e as consideraram genuínas. Mas, em 1939, A. S. Barnes publicou um artigo de muita influência, no qual analisava as eoliths descobertas por Moir e outras em termos do ângulo de quebra observado. Barnes afirmava que seu método podia distinguir entre o processo de lascar feito por humanos do produzido por forças naturais. Desde então, os cientistas têm usado o método de Barnes para negar a manufatura por homens de outras ferramentas de pedra. Mas, em anos recentes, autoridades em ferramentas de pedra, como George F. Carter, Leland W. Patterson e A. L. Bryan têm contestado a metodologia de Barnes e sua aplicação. Isso sugere a necessidade de reexame das eoliths européias. Significativamente, ferramentas de pedra muito antigas, da África, como aquelas dos níveis mais baixos de Olduvai Gorge, aparentam serem idênticas às eoliths européias rejeitadas. Ainda assim, são aceitas pela comunidade científica sem questionamentos. Isso se dá, provavelmente, porque elas se encaixam e ajudam a apoiar a teoria da evolução do homem atualmente aceita.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas outras manufaturas eolíticas de antigüidade inesperada continuam a encontrar forte oposição. Por exemplo, na década de 1950, Louis Leakey descobriu ferramentas de pedra de mais de 200.000 anos em Calico, nos sul da Califórnia. De acordo com a visão padrão, os humanos não penetraram nas regiões subárticas do Novo Mundo antes de aproximadamente 12.000 anos atrás. Os cientistas acabaram por responder à descoberta de Calico, previsivelmente, afirmando que, ou eram produto das forças naturais, ou não tinham realmente 200.000 anos. Mas há razões suficientes para se concluir que as descobertas de Calico são artefatos de produção genuinamente humana. Embora a maior parte das ferramentas fossem rudes, algumas, inclusive uma em forma de bico, eram mais avançadas.</p>
<p style="text-align:justify;">No Capítulo 4, discutimos uma categoria de implementos que chamamos de paleoliths rudes. No caso das eoliths, a parte lascada localiza-se perfeitamente na borda trabalhada de um pedaço de pedra naturalmente quebrada. Mas os fabricantes dos paleoliths rudes deliberadamente golpearam as rochas, lascando, então, os pedaços até alcançar formas reconhecíveis como ferramentas. Em alguns casos, rochas inteiras foram lascadas até formarem ferramentas. Como vimos, as paleoliths brutas são encontradas juntamente com as eoliths. Mas, nos sítios discutidos no Capítulo 4, as paleoliths são dominantes no conjunto. Na categoria das paleoliths brutas, incluímos ferramentas do Miosceno (5 a 25 milhões de anos) achadas no final do século dezenove por Carlos Ribeiro, chefe do Instituto de Pesquisa Geológica de Portugal. Em uma conferência internacional de arqueologistas e antropologistas, em Portugal, um comitê de cientistas investigou um dos sítios onde Ribeiro havia achado as ferramentas. Um dos cientistas achou um peça de pedra mais avançada que os melhores espécimes de Ribeiro. Comparável às peças aceitas como do final do Pleistoceno, do tipo Mousterian, estava firmemente encravada em conglomerado do Miosceno, em circunstâncias tais que confirmavam sua antigüidade mioscênica. Paleoliths brutas também foram achadas em formações mioscênicas em Thenay, França. S. Laing, um escritor de ciências inglês, escreveu: &#8220;Em seu conjunto, a evidência desses implementos do Miosceno parece ser bastante conclusiva, e as objeções parecem não se situarem de outra forma a não ser como simples relutância em admitir a grande antigüidade do homem.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O texto prossegue enumerando evidências da manipulação, por parte do establishment, das convicções dos homens acerca de sua própria história. O pensamento livre, a dignidade do ser humano, a verdade, enfim, se expressou através dos signatários da DECLARAÇÃO DE VENEZA.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Declaração de Veneza</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Comunicado final do Colóquio &#8220;A Ciência Diante das Fronteiras do Conhecimento&#8221; Veneza, 7 de março de 1986.</p>
<p style="text-align:justify;">Os participantes do colóquio &#8220;A Ciência Diante das Fronteiras do Conhecimento&#8221;, organizado pela UNESCO, com a colaboração da Fundação Giorgio Cini (Veneza, 3-7 de março de 1986), animados pôr um espírito de abertura e de questionamento dos valores de nosso tempo, ficaram de acordo sobre os seguintes pontos:</p>
<p style="text-align:justify;">1. Somos testemunhas de uma revolução muito importante no domínio da ciência, provocada pela ciência fundamental (em particular a física e a biologia), devido a transformação que ela traz à lógica, à epistemologia e também, através das aplicações tecnológicas, à vida de todos os dias. Mas, constatamos, ao mesmo tempo, a existência de uma importante defasagem entre a nova visão do mundo que emerge do estudo dos sistemas naturais e os valores que ainda predominam na filosofia, nas ciências do homem e na vida da sociedade moderna. Pois estes valores baseiam-se em grande parte no determinismo mecanicista, no positivismo ou no niilismo. Sentimos esta defasagem como fortemente nociva e portadora de grandes ameaças de destruição de nossa espécie.</p>
<p style="text-align:justify;">2. O conhecimento científico, devido a seu próprio movimento interno, chegou aos limites onde pode começar o diálogo com outras formas de conhecimento. Neste sentido, reconhecendo os diferenças fundamentais entre a ciência e a tradição, constatamos não sua oposição mas sua complementaridade. O encontro inesperado e enriquecedor entre a ciência e as diferentes tradições do mundo permite pensar no aparecimento de uma nova visão da humanidade, até mesmo num novo racionalismo, que poderia levar a uma nova perspectiva metafísica.</p>
<p style="text-align:justify;">3. Recusando qualquer projeto globalizante, qualquer sistema fechado de pensamento, qualquer nova utopia, reconhecemos ao mesmo tempo a urgência de uma procura verdadeiramente transdisciplinar, de uma troca dinâmica entre as ciências &#8220;exatas&#8221;, as ciências &#8220;humanas&#8221;, a arte e a tradição. Pode-se dizer que este enfoque transdisciplinar está inscrito em nosso próprio cérebro, pela interação dinâmica entre seus dois hemisférios. O estudo conjunto da natureza e do imaginário, do universo e do homem, poderia assim nos aproximar mais do real e nos permitir enfrentar melhor os diferentes desafios de nossa época.</p>
<p style="text-align:justify;">4. O ensino convencional da ciência, por uma apresentação linear dos conhecimentos, dissimula a ruptura entre a ciência contemporânea e as visões anteriores do mundo. Reconhecemos a urgência da busca de novos métodos de educação que levem em conta os avanços da ciência, que agora se harmonizam com as grandes tradições culturais, cuja preservação e estudo aprofundado parecem fundamentais. A UNESCO seria a organização apropriada para promover tais idéias.</p>
<p style="text-align:justify;">5. Os desafios de nossa época: o desafio da autodestruição de nossa espécie, o desafio da informática, o desafio da genética, etc., mostram de uma maneira nova a responsabilidade social dos cientistas no que diz respeito à iniciativa e à aplicação da pesquisa. Se os cientistas não podem decidir sobre a aplicação da pesquisa, se não podem decidir sobre a aplicação de suas próprias descobertas, eles não devem assistir passivamente à aplicação cega destas descobertas. Em nossa opinião, a amplidão dos desafios contemporâneos exige, por um lado, a informação rigorosa e permanente da opinião pública e, por outro lado, a criação de organismos de orientação e até de decisão de natureza pluri e transdisciplinar.</p>
<p style="text-align:justify;">6. Expressamos a esperança que a UNESCO dê prosseguimento a esta iniciativa, estimulando uma reflexão dirigida para a universalidade e a transdisciplinaridade. Agradecemos a UNESCO que tomou a iniciativa de organizar este encontro, de acordo com sua vocação de universalidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Agradecemos também a Fundação Giorgio Cini por ter oferecido este local privilegiado para a realização deste fórum.</p>
<p style="text-align:justify;">Signatários</p>
<p style="text-align:justify;">- Professor D.A. Akyeampong (Gana), físico-matemático, Universidade de Gana.</p>
<p style="text-align:justify;">- Professor Ubiratan D&#8217;Ambrosio (Brasil), matemático, coordenador geral dos Institutos, Universidade Estadual de Campinas.</p>
<p style="text-align:justify;">- Professor René Berger (Suiça), professor honorário, Universidade de Lausanne.</p>
<p style="text-align:justify;">- Professor Nicolo Dallaporta (Itália), professor honorário da Escola Internacional dos Altos Estudos em Trieste.</p>
<p style="text-align:justify;">- Professor Jean Dausset (França), Prêmio Nobel de Fisiologia e de Medicina (1980), Presidente do Movimento Universal da Responsabilidade Científica (MURS França).</p>
<p style="text-align:justify;">- Senhora Maîtraye Devi (Índia), poeta-escritora.</p>
<p style="text-align:justify;">- Professor Gilbert Durand (França), filósofo, fundador do Centro de pesquisa sobre o imaginário.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dr. Santiago Genovès (México), pesquisador no Instituto de pesquisa antropológica, Acadêmico titutlar da Academia nacional de medicina.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dr. Susantha Goonatilake (Sri Lanka), pesquisador, antropologia cultural.</p>
<p style="text-align:justify;">- Prof. Avishai Margalit (Israel), filósofo, Universidade hebraica de Jerusalém.</p>
<p style="text-align:justify;">- Prof. Yujiro Nakamura (Japão), filósofo-escritor, professor na Universidade de Meiji.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dr. Basarab Nicolescu (França), físico, C.N.R.S.</p>
<p style="text-align:justify;">- Prof. David Ottoson (Suécia), Presidente do Comitê Nobel pela fisiologia ou medicina, Professor e Diretor, Departamento de Fisiologia, Instituto Karolinska.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sr. Michel Random (França), filósofo, escritor.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sr. Facques G. Richardson (França-Estados Unidos), escritor científico.</p>
<p style="text-align:justify;">- Prof. Abdus Salam (Paquistão), Prêmio Nobel de Física (1979), Diretor do Centro internacional de física teórica, Trieste, Itália, representado pelo Dr. L.K. Shayo (Nigéria), professor de matemáticas.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dr. Rupert Sheldrake (Reino Unido), Ph.D. em bioquímica, Universidade de Cambridge.</p>
<p style="text-align:justify;">- Prof. Henry Stapp (Estados Unidos da América), físico, Laboratório Lawrence Berkeley, Universidade da Califórnia Berkeley.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dr. David Suzuki (Canadá), geneticista, Universidade de British Columbia.</p>
<p style="text-align:justify;">***</p>
<p style="text-align:justify;">Por Richard L. Thompson, Ph.D. e Michael A. Cremo.</p>
<p style="text-align:justify;">* Michael A. Cremo, autor e investigador cientifico especializado em história e filosofia da ciência. Seus oito anos de persistentes investigações arqueológicas o capacitaram a escrever &#8220;Arqueologia Proibida&#8221; &#8211; um épico que sacudiu o meio cientifico mundial ao catalogar evidências científicas que desafiam as teorias atuais sobre a evolução humana e a datação hisrórica, por exemplo. Seus últimos livros acadêmicos incluem: &#8220;Puranic Time and the Archeological Record&#8221;, apresentado no Congresso Mundial de Arqueologia 3 (Nova Deli, India, dezembro 4-11, 1994); &#8220;The Impact of Forbidden Archeology&#8221;, apresentado no Instituto da  Universidade Estadual do Kentucky &#8211; na Sexta Conferência Interdisciplinar de Estudos Científicos e Culturais (30 de março a 1 de abril de 1995).</p>
<p style="text-align:justify;">* Richard L. Thompson, Ph.D. em matemática e autor de vários livros e artigos científicos sobre biologia evolucionária. Em 1984, inicia uma série intensa de pesquisas que culminaram com extraordinários e reveladores livros em parceria com Michael A. Cremo.</p>
<p style="text-align:justify;">
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